30 dias para prova da OAB: o que fazer?

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30 dias para prova da OAB: o que fazer?

(A) sair correndo gritando “socorro! não aguento mais estudar!!”

(B) apertar o botão DON’T PANIC! e “curtir” o restante do período

(C) estudar, estudar e estudar mais um pouco

(D) deixar a vida me levar, vida leva eu…

Assim, dentro do calendário de cada examinando, o marco dos “30 dias para prova” é um sinal de ALERTA. Ou seja, em quatro semanas o grande dia chegará. Apenas um mês para concluir os estudos. Para quem iniciou a preparação apenas na publicação do edital, chegou à metade do tempo destinado aos estudos, porque, geralmente, são dois meses até a prova. Para os demais, que estão na luta há mais tempo, serve melhor este texto.

Muitos nos perguntam quanto tempo é suficiente estudar para prova da OAB. Infelizmente, exige uma resposta muito dinâmica, observadas muitas variáveis, desde o perfil do estudante até o tempo diário dedicado para a preparação. Mas, superficialmente, é possível apontar que entre 3 a 4 meses, com pelo menos três horas diárias de preparação, seja o “suficiente” para alcançar a aprovação, contando o “aluno médio esforçado” da graduação. Veja que a plataforma Saraiva Aprova oferece 6 meses de acesso ilimitado às vídeoaulas. Este período parece ser muito extenso, mas pode ser considerado o “ideal” para todo e qualquer aluno.

A dica, especialmente, para os ansiosos é aumentar a carga horária nestes últimos 30 dias pelo menos em uma hora diária. Ou para aqueles que não estudam nos finais de semana, começar a incluí-los na programação. Se você ainda não fez nenhum simulado, o momento é agora! A Saraiva Aprova oferece um ambiente online para resolver simulados de forma gratuita, saiba mais, clicando aqui. Importante é avaliar o conjunto, mesmo que as matérias estejam incompletas. Ao realizar uma questão que não estudou ainda o seu “mérito”, surge a urgência de estudar o conteúdo, porque aprender com os erros (ou omissões) é essencial para quem deseja ser aprovado não só em provas como também na vida!

Neste último mês também se torna mais essencial ainda a resolução de questões de provas anteriores. Como se sabe, resolver testes práticos é um dos dois métodos de estudos com maior eficiência entre todos avaliados pela ciência. Não é por outro motivo, que existam livros com 5.251 Questões Comentadas para OAB [saiba mais, clique aqui]. Muitos alunos também nos perguntam se é o momento de adotarem “planos emergenciais” de estudos. Bem, além das dicas acima, para quem já está estudando num tempo considerável não há motivo algum para mudar a sua agenda.

5251 Questões Comentadas

Os planos emergenciais, traduzindo, servem para “economizar” nas disciplinas, praticamente, excluindo todas aquelas com baixa incidência na prova. Tais táticas são sedutoras, pois são interpretadas pelos examinandos como “economia” em horas de estudos, o que não é verdade. De fato, será necessário garantir as disciplinas que sobraram para compensar o que será deixado de lado para a “sorte”. Portanto, a preparação será intensiva, exigindo muito mais das grandes disciplinas, como Ética, Constitucional, Civil, Processo Civil, Trabalho, etc.

Nestes últimos trinta dias, tem tempo também para a revisão online Maratona OAB Saraiva Aprova, realizada, normalmente, uma semana antes da prova. Para o XXIV Exame ocorrerá dia 11/11/2017 a partir das 8 horas (para se inscrever grátis, clique aqui). Num único dia serão doze horas de conteúdo de todas as disciplinas. Mesmo faltando quatro semanas, se você incluir entre duas a três disciplinas por dia, conseguirá manter atualizada a leitura e vídeoaulas de todas elas durante este período. Também é o momento de deixar de lado os compromissos sociais, porque cada dia é menos um dia até a prova.

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Por fim, uma pergunta bastante frequente para este período: é possível, depois de todas estas dicas, ainda ser aprovado mesmo para quem estava desanimado com os estudos? A boa notícia é que SIM! Se até o momento a sua preparação estava morna, agora chegou a hora de colocar fogo nela. Atente-se apenas que o envolvimento emocional com a prova não pode ser exagerado, pois irá criar pressão além do que necessário diante de tantos compromissos que você já se predispôs no caso de aprovação. Nunca você precisará tanto da concentração e foco como agora. E ótimos estudos!

PS. Dica extra: se você não está estudando por doutrina especializada, segue esta opção mais do que completa, por isso se chama COMPLETAÇO! Clique na imagem abaixo e saiba mais.

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PS.II. Outros textos sobre o último mês de preparação para prova da OAB. Boa leitura!

PS.III. Segue um vídeo específico sobre este assunto!

 

Maratona OAB Saraiva Aprova: inscrições abertas!

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Maratona 11-11

Em menos de um ano, a Maratona OAB Saraiva Aprova entrou, definitivamente, para o calendário oficial dos grandes eventos sobre o Exame de Ordem no país. Mais de 30 mil estudantes de Direito já se inscreveram nas edições anteriores, bem como participaram ao vivo e na repetição do evento. A próxima maratona está prevista para 11 de novembro a partir das 8 horas da manhã e a duração esperada será de 12 horas num único dia!

Eventos como a Maratona OAB Saraiva Aprova, especialmente, realizados uma semana anterior à prova (dia 19/11 será realizado o XXIVº Exame de Ordem), têm maior utilidade do que aqueles propostos às vésperas do certame. Há várias razões, mas a que considero de maior importância é porque gera um impacto producente nos estudos. Veja que uma semana antes é possível não só a reflexão sobre os próprios estudos como também gera a possibilidade de afinar a mira, ou seja, há tempo para que sua produção tome outro rumo, o caminho certo para aprovação!

Os eventos de véspera mais servem para descontrair do que para entregar conteúdo, porque um ou dois dias antes da prova a ansiedade é tão grande que a absorção de mais matéria fica prejudicada pela falta de concentração. Há também um sentimento de “perda de tempo”, especialmente, para quem está estudando com um cronograma ajustado até a prova. Outro problema que pode ocorrer é ouvir uma dica sobre determinada matéria a qual você tinha certeza que estava seguro, mas o professor apresenta outra realidade. Na véspera, ao invés de contornar o problema, cria outro: a insegurança se espalha outros tópicos!

A Maratona OAB Saraiva Aprova foi pensada para “salvar” todo o tipo de aluno, porque são 12 horas de conteúdo com a melhor seleção de professores do país, comandada pelo professor Pedro Lenza. O sucesso deste evento é este conjunto de benefícios, sem contar ainda com a distribuição de dezenas de brindes e muitas surpresas durante a transmissão ao vivo direto dos estúdios da Editora Saraiva. O evento é 100% online e 100% gratuito, bastando se inscrever de forma antecipada para receber o link da transmissão. Para se inscrever, clique aqui!

Outro benefício que deve ser reconhecido, é gerar concentração para aqueles que estão dispersos mesmo numa semana antes da prova. Quando você se envolve nele, recebe uma carga de energia suficiente para direcionar e intensificar seus estudos, bem como para levar dicas que até então ignorava ou não lembrava mais. Com estas características, a Maratona OAB Saraiva Aprova é a melhor opção para quem procura uma excelente revisão antes da prova, cujo objetivo é pautar os temas que foram mais abundantes em provas anteriores e encontrar em outros a grande probabilidade de serem cobrados, especialmente, se resultarem de nova legislação.

O evento aborda todas as disciplinas e já tem grade confirmada para o dia 11/11:

programa Maratona

É importante ressaltar que caso você não consiga assistir, o evento ficará disponível na íntegra durante a semana, ademais, todo o material que os professores expuserem através de slides no evento estarão disponíveis para baixar gratuitamente. Recorda-se ainda, como aconteceu nas anteriores edições, a Maratona OAB Saraiva Aprova serviu de motivação para muitos que andavam preocupados ou estavam com a moral baixa, sentimentos comuns quando se está próximo de uma grande decisão. Do mesmo modo, apaziguou a ansiedade e deu gás para o sprint final, porque todo o maratonista experiente que se preze, aguarda os últimos quilômetros para apressar o passo e chegar à linha final.

Esta é a Maratona OAB Saraiva Aprova que, certamente, irá superar suas expectativas como já ocorreu com milhares de estudantes! E ótima maratona para você!

Injustiça na 2ª fase da OAB: o problema da peça de trabalho

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Injustica

Caros amigos que tiveram suas provas ZERADAS por suposta identificação: a OAB/FGV estão cometendo a maior INJUSTIÇA de todos os tempos em provas na 2ª fase desde 2005, quando comecei acompanhar TODAS as provas da OAB. Eu disse: todas!

O XXIII Exame da OAB será lembrado da pior maneira possível: a pior reprovação de 1ª fase de todos os tempos e a maior injustiça na correção de uma peça. Para quem não sabe, o problema que gerou consequências impensáveis, já observadas logo após a prova da 2ª fase de TRABALHO foi que muitos erraram o estado quando do endereçamento da vara de JOÃO PESSOA.

Surgiu então o TEMOR que a banca poderia considerar como identificação o simples fato de errar o estado. Creio que tenha sido o primeiro a levantar tal questão no perfil de facebook (siga ele, clicando aqui) e não vi mais ninguém comentar deste fato, porque aparentemente seria RIDÍCULO a banca achar que um erro geográfico fosse capaz de identificar uma prova.

Pois bem, saiu o gabarito agora e a lista de aprovados e todos aqueles que erraram o estado tiveram suas provas ZERADAS. Simples assim.

De acordo com o “gabarito comentado”: O candidato deverá apresentar uma Contestação, dirigida ao Juiz da 50ª Vara do Trabalho de João Pessoa…

Falta sabe o que? RAZOABILIDADE na correção. Acreditar que o ERRO de estado de João Pessoa seria uma forma de BURLAR para IDENTIFICAR uma prova é demais para qualquer um! Assim, MUITA GENTE foi reprovada por este erro. Daí surge uma pergunta: o que é identificação?

Ora, é particularizar uma PROVA para que o examinando seja “ajudado” na correção por algum responsável em corrigi-la.

Como posso particularizar, então, uma prova se DEZENAS E DEZENAS de examinandos cometeram o mesmo erro? Recebi mais de 30 contatos entre emails e posições aqui no blog de gente que teve a prova zerada em razão disso. Imagina quantos outros que não fizeram contato…

Enxerguei aqui provas PERFEITAS, mas que não foram analisadas em razão de uma simples SIGLA posta de forma equivocada. Ao zerar estas provas, a OAB parece que fez uma EMBOSCADA: sabe que a geografia não é o forte de muitos e esperava este resultado ineficaz para zerar. E mesmo que não seja um erro deliberado de geografia, porque é fácil se confundir com as siglas (PB, PA, PR, PE), tudo não passa de um equívoco.

Certamente, é necessário fazer o RECURSO. Ao menos, entendo, que devem buscar os examinandos prejudicados duas fundamentações do EDITAL, qual seja:

3.5.10. Para  realização  da  prova  prático-profissional  o examinando deverá  ter  conhecimento  das regras processuais inerentes ao fazimento da mesma.

3.5.11. O texto da peça profissional e as respostas às questões discursivas serão avaliados quanto à adequação  ao  problema  apresentado,  ao domínio  do  raciocínio  jurídico, à fundamentação  e  sua consistência, à capacidade de interpretação e exposição e  à técnica profissional demonstrada, sendo
que  a  mera transcrição  de  dispositivos  legais,  desprovida  do  raciocínio  jurídico,  não  ensejará  pontuação.

Estes são os OBJETIVOS de avaliação da prova prático-profissional. Uma peça ser avaliada pela geografia não consta no edital. Veja bem, na PRÁTICA, todo advogado colocaria o ESTADO ao lado da cidade, portanto, erros são possíveis e eles podem ser avaliados de forma objetiva e não por suposição que há identificação na peça.

Tenho certeza que a BANCA se apegou à regra do 3.5.9:

3.5.9. Na elaboração dos textos da peça profissional e das respostas às questões discursivas, o examinando deverá incluir todos os dados que se façam necessários, sem, contudo, produzir qualquer identificação ou informações além daquelas fornecidas e permitidas nos enunciados contidos no caderno de prova.

Porém, como explicado antes, na prática do dia-a-dia da advocacia e do que é ensinado nas faculdades de Direito, coloca-se o ESTADO depois do nome da cidade. Se há erro neste quesito, que seja avaliado, então, somente este quesito, que diga-se, não é importante inclusive na prática. Serve apenas para evitar erro em cidades com nomes idênticos, mas de estados diferentes. Mesmo assim, toda e qualquer peça com este erro será aceita sem emendas posteriores.

Caso a banca não aceite ou mude de posição a respeito de erros geográficos quanto aos estados, todos que ensinam em preparatórios e livros para 2ª fase da OAB terão de adotar outras medidas para que seus alunos e leitores NÃO CAIAM NA TENTAÇÃO DE COLOCAR O ESTADO DE UMA DETERMINADA CIDADE se não constar no problema.

No entanto, acredito no BOM SENSO da banca e OAB para não prejudicar quem estava de boa-fé e simplesmente errou por desconhecer a SIGLA ou ESTADO da cidade de João Pessoa, a linda capital da Paraíba e de uma das maiores faculdades de Direito do país, a UNIPÊ.

Pois bem, se quiserem utilizar a argumentação acima em vossos recursos, fiquem à vontade. Apenas peço que não xinguem a banca ou sejam “motivacionais” nas razões. Ao final, sugiro a leitura dos seguintes textos para ajudar na formulação do recurso:

Por fim, não vou criar um “movimento” contra a OAB, porque todos os últimos que assisti ou participei não foram produtivos. Minha manifestação – tenho certeza – não será única, porque a injustiça é gritante. Assim, entendo que maior efetividade é que a “gritaria” seja geral, desorganizada, o suficiente para a banca fazer uma auto-reflexão sobre os propósitos de uma prova de OAB. O próprio edital afirma isso quando explica o que é avaliado na prova da 2ª fase.

Não é viável acreditar que todo erro seja com propósito de MÁ-FÉ, ao contrário, NINGUÉM deseja errar e se erra foi ocasional.. Por isso, a FGV e OAB precisam acreditar que os futuros advogados do país desejam ser exemplares para a sociedade. Neste caso, a reprovação não é “culpa” das faculdades nem dos alunos, mas será da própria instituição que preza pela qualidade do seu instrumento de avaliação.

Menos de 50 dias para o Exame da OAB

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sorria FALTAM 50 dias

Edital publicado do XXIV Exame da OAB, muita gente estudando desde então (ou pelo menos deveria), chegamos à parada dos 50 dias antes da prova. Como gosto de ilustrar, uma preparação é como uma trajetória, especialmente, de trem, destes que a gente se acostumou a ver nos filmes. Assim, como toda viagem de trem, há estações, ou seja, paradas. Nelas a importância do passageiro que segue o trajeto de parar e observar quem está entrando ou saindo, ou apenas refletir “onde estamos, mesmo?”.

várias estações ou pelo menos deveria ter para observar o que já se andou e o que falta ainda chegar no destino final, a prova. Assim, nesta trajetória, é importante destacar que quando passamos da estação “50” o caminho está ficando mais tenso, cheio de emoções e o tempo começa a sair de coadjuvante para ser protagonista. Certamente, ele irá lhe acompanhar até o final como um passageiro, cuja presença incomoda no sentido de não passar desapercebido.

Enxergo o TEMPO como um passageiro que fica lhe perguntando a todo instante: “falta muito?”, “está fazendo o quê?”, “esse material aí vale a pena?”, “quer dar uma voltinha pelo trem?”, “quer sair para comer ou beber algo?”, enfim, um passageiro chato!

Pois é, ele acaba de embarcar na ESTAÇÃO 50.

A próxima estação será a “30” ou “1 mês” para prova. A partir dela, novos passageiros embarcam: angústia, tensão, cansaço, pressões, etc. Veja bem, mais próximo da prova, mais problemas devem surgir para querer te tirar a atenção nos estudos.

Aqueles que se distraem facilmente, sugiro se comprometerem com “algo externo”, como, p.ex., um curso preparatório. Não tenho dúvidas que ele irá criar o hábito do comprometimento. Não só isso, acaba gerando um efeito dominó, porque sua atenção será direcionada apenas ao que interessa neste tempo até a prova. Realizar simulados e resolver provas anteriores também ajudam, visto que avaliam a sua situação a todo instante.

Apresento 5 motivos para resolver questões de provas anteriores da OAB, clique aqui.

Ao final, são 17 disciplinas ao todo, num novo MAPA DA PROVA, alterado pelo XXIII Exame. Quer saber como ele é? Clique na imagem e descubra!

Novo Mapa da OAB-5

Importa vocês buscarem solucionar os problemas, especialmente, nas disciplinas com maior aderência na prova. Em outras palavras, não adianta estudar apenas as disciplinas e matérias que vocês gostam, porque, certamente, não deve atingir a metade dos pontos possíveis. P.ex., se tenho dificuldades com Constitucional, são 7 questões. Vou deixar para depois? Claro que não! Vou investir e superar as dificuldades com ela.

É importante também manter (ou ter) um planejamento. Para quem ainda não tem, nossa sugestão é estudar 2 disciplinas por dia. É uma forma de manter atualizadas semanalmente. Clique aqui e ASSISTA ao nosso vídeo sobre como fazer este planejamento.

Nossos leitores nos perguntam logo após a publicação do edital e ainda por esta parada qual preparatório escolher. Sugiro a leitura do texto Qual o melhor curso preparatório para OAB? onde apresento todos os fatos relevantes que influenciam na escolha. E sem identificar os cursos, você terá a liberdade de escolher o que é melhor.

Tenho grande apreço à garantia exclusiva que a SARAIVA APROVA oferece aos seus alunos: “passe na OAB ou tenha o seu dinheiro de volta. Clique na imagem abaixo e saiba mais, realmente, é imperdível (e não é promoção!).

Seu dinheiro de volta-2

E se você ainda não tem um MATERIAL que entregue tudo o que você precisa, teoria unificada mais questões comentadas num único livro, sugiro: COMPLETAÇO 1ª FASE OAB. Ele está em PROMOÇÃO na Livraria Saraiva, clique na capa e saiba mais.

Completaço 3 Edição

Por fim, se você procura material grátis, como simulados, e-books, planejador, etc., sugiro acessar o blog da Saraiva Aprova: clique aqui. Todas estas dicas é para que o restante da jornada lhe traga mais conteúdo para a última estação seja de APROVAÇÃO! Bons estudos.

Conheça o Poder da Aprovação para OAB e Concursos

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coaching

“Era uma vez”, como todo início de um conto de fadas, um garoto ou uma garota que precisava estudar e ser aprovado (a) em exames e provas. Só que a bruxa da preguiça, da procrastinação, do despreparo, da ansiedade, do sofrimento por antecipação, da falta de concentração, do medo da concorrência e do fracasso era muito poderosa e malévola. Diante desta forte ameaça, nossos protagonistas ficavam à espera da tal fada para enfrentá-la, mas que nunca aparecia.

Enfrentar sem convicção é outro modo de dizer que se desiste aos poucos. O que fazer, esperar eternamente pela mágica acontecer ou ir à luta para vencer mesmo que derrotas sejam inevitáveis até vencer a guerra? Onde está o poder da aprovação?

Pois bem, sempre tive a intuição que qualquer um poderia ser aprovado em exames e provas. No entanto, com a experiência como professor, escritor, coach e mentor, e a partir de todas as minhas leituras e aprendizado científico, alcancei a convicção que faltava: o poder da aprovação está em TODAS as pessoas, pois o que falta nelas é ser revelado!

Assim, nasceu o Poder da Aprovação: Coaching + Mentoring para OAB e Concursos (Editora Saraiva, 2017, 307 páginas, preço sugerido R$ 39,00). É um livro para ser consultado como um guia, um GPS durante os estudos, seja para OAB, seja para concursos, ou mesmo para aplicar as diretrizes na sua vida particular. Veja bem, estudar faz parte dela e, portanto, não tem como não comunicar com o seu passado, presente e futuro. Por isso, também é uma obra de autoajuda, que mexe com sentimentos e emoções, porque eles são inevitáveis durante qualquer preparação.

Capa Poder da Aprovação

O conceito inserido no Poder da Aprovação está na simplicidade em aplicar todas as técnicas de preparação através da representação de UMA MOEDA. Construí esta imagem para facilitar e fixar que uma preparação de sucesso exige a atenção em DOIS LADOS simultâneos: o lado pedagógico e o lado psicológico. O primeiro trata do fato de estudar por si só, cujo verbo “estudar” é muito mais complexo do que 20 anos atrás. Trabalhamos em todas as suas dimensões, trazendo e reunindo todos os significados para esta missão. Já o lado psicológico traz a tarefa de equilibrar não só o corpo como a mente. Uma “cabeça ruim” impedirá que seus estudos evoluem, porque grande parte dos fracassos e reprovações está no silêncio dos problemas pessoais e sociais.

Dividimos a obra em 4 partes e que definem a sua essencialidade:

  • PRÉ-PREPARAÇÃO: antes de tudo
  • PREPARAÇÃO: aquela que rima com aprovação
  • MOTIVAÇÃO: motiva+ação
  • CONCLUSÃO: reflexão+ação

São ao total 150 textos numerados, preparados de forma lógica e temporal para que seja uma jornada à aprovação. Mas o livro pode ser consultado de forma desordenada, porque cada texto tem início, meio e fim, como fossem crônicas. Portanto, nada extenso para não cansar, ao contrário, há muitos risos, reflexões e é claro, muito conteúdo, inclusive jurídico. Analisamos mais de 20 disciplinas de como elas se comportam tanto nos exames da OAB como nas provas de concursos.

O livro também é para o acadêmico de Direito. Pensamos em ajudar na parte vocacional, analisando as principais carreiras públicas, como também desejamos aumentar a produtividade durante a faculdade de Direito com muitas dicas. Notas e presenças importam, mas a maioria esquece o processo em si, ou seja, o aprendizado, a formação acadêmica e jurídica.

Ajudamos a PENSAR, a REFLETIR, a ILUMINAR o caminho da preparação e dos estudos. É para isso que serve o coaching e suas “perguntas poderosas”. Já o mentoring, com o nosso know-how, complementa todo o processo de preparação, otimizando tempo e esforços para alcançar os objetivos. Para tanto, usamos bastante esquemas, imagens, desenhos, sistemas e quadros para tornar mais didática a leitura como também prazerosa.

Estas são algumas imagens da obra para você ter uma breve ideia do que preparamos (clique na imagem para ampliar).

Poder da Aprovação - páginas

A pergunta que nos move desde o início é: todo mundo pode ser aprovado em exames e provas? Atualizando ela: será que todos têm o PODER DA APROVAÇÃO? A revelação é toda construída neste livro, construindo uma ponte para superar o que Mashall Goldsmith (um dos maiores coaches do mundo) chama de “planejador visionário” e “realizador míope” e que existem dentro de nós. A imagem que ilustra este texto representa muito bem a “ponte” e o processo do coaching.

Tenho a gratidão de ter dois grandes profissionais (e amigos) que participam nesta obra: Felipe Lima, master coach e idealizador do Genius Club e William Douglas, juiz federal e guru dos concurseiros. O primeiro faz a apresentação do livro e o segundo, o prefácio. São duas autoridades reconhecidas nacionalmente e que não só avalizam o nosso texto, como também acompanham grande parte do meu trabalho.

Por fim, antes que você me pergunte onde pode encontrar o livro, preciso lhe dizer que este é um trabalho de evolução. Explico. Ele nasceu quando percebi que era inquieto como estudante antes mesmo de entrar para faculdade de Direito em 1992, ano que prestei o meu primeiro concurso público. Essa inquietude era “se os outros passam, porque não posso também?”. Nestes 25 anos evoluí como aluno, estudante, professor, palestrante, advogado público concursado (e depois privado), escritor, coach e mentor. Se o meu propósito é ajudar o próximo, é porque também evoluí como pessoa. Não tenho dúvidas que você está no caminho certo, já que chegou até este texto e tem interesse de evoluir com este guia. Boa leitura!

Apenas bacharéis poderão realizar o Exame da OAB?

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Infelizmente, uma notícia ruim atrai outra. Escrevemos sobre a simpatia da ideia que muitos integrantes do Conselho da OAB estão incluindo em seus discursos para remodelar o Exame de Ordem, a redução de três para duas provas por ano (clique aqui) e outras informações chegaram como possíveis de serem aplicadas para breve.

No último dia 15 de setembro, portanto, três dias depois do Forum Nacional de Exame de Ordem, na seccional da OAB no Rio Grande do Sul ocorreu o I Forum Estadual do Ensino Jurídico. Vários representantes de faculdades de Direito do RS estiveram presentes, como também os conselheiros e comissões que tratam sobre o assunto. Muitos professores também marcaram presença e as notícias compartilhadas para alguns, além da publicação oficial da própria OAB/RS (clique aqui).

Por óbvio, debateu-se sobre o Exame da OAB e a argumentação (e os ânimos) foi acirrada. Foram “jogadas ao ventilador” algumas propostas de mudança, não só o que já comentamos aqui no blog, como também outra a que tenho grande receio de ser implementada: somente bacharéis em Direito poderiam fazer a prova da OAB.

Se a proposta de reduzir o número de exames por ano tem empecilhos (financeiros, diga-se) ou obstáculos, a ideia de limitar somente a bacharéis a realização da prova é mais “suave” e, portanto, com grandes chances de ser aprovada. Novamente, afunila. Certamente, o número de inscritos cairá por exame, no entanto, os números de quantos são bacharéis e formandos somente a FGV e OAB têm.

O que se sabe é que o maior nível de aprovação nos exames está nos formandos. Quem deixa para depois da formatura acaba perdendo maiores chances de aprovação. Há muitos motivos para acreditar, especialmente, a parte psicológica da situação que se impõe ao bacharel: a “obrigação” da aprovação. Já o formando tem no horizonte outras preocupações, como TCC e provas finais (além da festa de formatura, é claro). Assim, vai para o exame de “sangue doce” e volta aprovado.

É claro que é uma medida nada popular para os acadêmicos, mas vocês encontrarão muitos advogados apoiando esta ideia, nada menos que a maioria. É outra tentativa de “barrar” a entrada do mercado por parte de integrantes da OAB, já que o discurso está decorado por todos: tem muita faculdade de Direito no país (complementa-se com a leitura subliminar: “e são péssimas”).

O mais interessante que todo o debate da OAB (especialmente aqui no RS) é colocar a culpa unicamente nos acadêmicos e nas faculdades. Indiretamente, para o MEC que libera os cursos ao seu bel prazer. NINGUÉM diz: “pois é, nossa prova tá desproporcional  ou equivocada”. Exame de Ordem não é concurso público, pois NÃO SÓ NÃO GARANTE remuneração imediata e estabilidade como também impõe severas pressões sobre o estudante de Direito.

A OAB reclama da qualidade dos cursos de Direito e concede prêmios a outros com o selo OAB. Só que a premiação está, especialmente, baseada nos resultados do Exame de Ordem.  O que acontece? Os coordenadores e donos das faculdades exigem que seus alunos façam questões da OAB durante todo o processo de aprendizado para obter, no futuro, um bom resultado no exame para alcançar o tal “selo de qualidade”. Será que as faculdades se tornarão preparatórios da OAB? Muitas já estão com este “espírito”. O que importa é ter o selo com os resultados de exames.

E a antiga formação acadêmica, despreocupada em “assinalar questões objetivas”? Aqui tenho que dar um pouco de razão para o maior crítico do ensino jurídico no Brasil, Lenio Streck.

Enfim, acabei fugindo um pouco do tema central. Infelizmente, temo pelo futuro do Exame de Ordem, que no presente já não é aquilo que gostaríamos. Será que algum dia irão cobrar especialização e mestrado antes de realizar a prova da OAB? Vai saber…

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A redução de três para dois exames da OAB por ano

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Como se sabe, desde 2006 são realizados três exames da OAB por ano. Até então, eram duas edições, uma em cada semestre. Porque voltamos a comentar este assunto? Pois bem, neste mês de setembro ocorreram reuniões para tratar do Exame de Ordem dentro do Conselho Federal da OAB. Uma delas, inclusive, noticiada publicamente pela OAB/GO [clique aqui].

De acordo com o site, afirma o presidente da Comissão de Estágio e de Exame de Ordem da OAB/GO, Carlos André Pereira Nunes: “É possível que os próximos exames sejam mais rígidos. A prova está cada vez mais adequada às necessidades impostas pela rotina da advocacia”. O parâmetro é o fatídico XXIII Exame de Ordem.

De fato, dia 12 de setembro foi realizado o Fórum Nacional de Exame de Ordem em Brasília/DF na OAB. Há muitas informações que partiram deste encontro e uma delas que há grande simpatia é a redução do número de exames por ano. A principal justificativa para a redução é reduzir (ou retardar) a entrada de bacharéis para os quadros da OAB. Claro, com dois eventos por ano, diminuem as chances de aprovação em menor tempo possível.

Se a OAB/FGV divulgaram que 75% dos aprovados ocorrem em ATÉ 3 EXAMES, provavelmente, num ano a grande maioria é aprovada. Se tirar um exame por ano, matematicamente, a jornada aumentará até a aprovação. Lamentavelmente, não é a posição que acreditamos mais justa. Conheço na ponta-da-língua o discurso da OAB: “há muitas faculdades de Direito no país”. Esta é a fundamentação para uma prova quase impossível e para angariar admiradores à proposta de redução de exames por ano.

Caso você pergunte a um advogado o que ele acha, certamente, abraçará a ideia de redução. Claro, todo mundo defende “o seu”: advogados querem menos advogados e bacharéis querem entrar de qualquer modo neste seleto grupo.

Já ultrapassamos 1 milhão de advogados no país, mas também não significa que todos estão na advocacia “ao mesmo tempo”. Muitos, como eu, mantém mais a anualidade paga, mas não exerce a advocacia “combativa”, ou seja, de fórum a fórum. Já exerci esta advocacia por muitos anos e fui advogado público, mas preferi exercer funções jurídicas que a satisfação falou mais alto. Do mesmo modo, o número de faculdades (que apontam como elevado) não resulta, necessariamente, em novos advogados. Aliás, muitos acadêmicos não têm o mínimo interesse por fazer a prova da OAB.

Por outro lado, a redução de exames por ano é péssima para o acadêmico que pretende seguir a profissão ou angariar concursos que exigem a carteira, como também é ruim para própria OAB. Veja bem: cada exame a R$ 260,00 de taxa alcança cerca de R$ 30 milhões. A média de inscrições é 120 mil por exame. Ou seja, é muito dinheiro (não mais que as malas encontradas em um tal apartamento). Não sei qual o percentual que fica com a OAB, mas não deve ser pouco. Assim, com 3 exames anuais são, pelo menos, 90 milhões de reais.

Quem de sã consciência irá abrir mão de uma receita fabulosa que é o Exame de Ordem?

Não há dúvidas que aqueles que acusam como “arrecadatório” o certame tem razão. Infelizmente, não há transparência suficiente quanto a isso. Pelas razões acima, acredito que a OAB não vai reduzir, apesar dos fortes boatos e do tema ter sido discutido no Fórum Nacional. O importante é você focar nos estudos e estabelecer METAS alcançáveis para que no máximo um único exame seja o suficiente para ser aprovado. Quer ser a exceção dos números acima? Aja como tal também.

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Edital publicado do XXIV Exame da OAB: novidades!

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Edital publicado

O edital da última tentativa em passar no Exame de Ordem do ano foi publicado. O XXIV Exame, oficialmente, está na rua. A prova, como se sabe, é dentro de 2 meses, ou seja, 19 de novembro. Também é o ÚLTIMO exame antes de cobrarem a reforma trabalhista. Motivação a mais para ser o seu ÚLTIMO exame para prestar (para quem vem de outras reprovações, especialmente, da última prova pandemônica e que reprovou mais de um Maracanã lotado!).

Destaquei, sinteticamente, 5 PONTOS do edital para você ter um panorama do que é ESSENCIAL para começar os estudos.

1. DATA E O VALOR DA INSCRIÇÃO

As inscrições começam hoje, dia 19 de setembro e terminam dia 29 de setembro. O valor da inscrição, depois do último aumento, continua os altíssimos R$ 260,00 (a OAB tá na hora de parcelar em pelo menos 3x este valor sem juros). O edital trata das opções de ISENÇÃO. Confere lá no item 2.6 do edital se não é o seu caso.

2. QUEM PODE SE INSCREVER

A OAB andou alterando esta regra recentemente. Como se sabe, para realizar o Exame de Ordem os estudantes de Direito devem estar matriculados nos últimos dois semestres ou no do último ano do curso de graduação em Direito. Porém, antes o edital fixava uma data, qual seja, da publicação do edital. Agora, a comprovação fica condicionada dentro do segundo semestre de 2017 [ponto 1.4.3 do edital]. Mas lembre:  “os estudantes de Direito que declararem falsamente estarem matriculados nos últimos dois semestres ou no último ano do curso de graduação em Direito  no segundo semestre de 2017” responderão por crime de falsidade ideológica (art. 299, do CP) e estarão sujeitos à eventual processo de averiguação de idoneidade moral perante a OAB (art. 8, inciso VI, da Lei 8.906/94).

3. ONDE PODERÁ REALIZAR A PROVA

Esta regra é clara: “o examinando prestará o Exame de Ordem no Conselho Seccional da OAB no estado em que concluiu o curso de graduação em Direito ou no estado sede de seu domicílio eleitoral, sendo vedada a realização de etapa subsequente em local diverso do inicialmente escolhido”. São estas 2 OPÇÕES. Há exceção, desde que seja fundamentada. Já as cidades dentro do referido estado podem ser escolhidas do modo que você preferir, desde que seja aquelas da lista do edital – ANEXO I.

4. DAS PROVAS E CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

O capítulo 3 do edital traz instruções sobre as provas da 1ª e 2ª fases. Como se sabe, são 80 questões com 4 alternativas e na 2ª fase, uma peça e 4 questões dissertativas. A duração é 5 horas e as datas são estas:

  • 1ª FASE – 19 DE NOVEMBRO
  • 2ª FASE – 21 DE JANEIRO DE 2018

As disciplinas continuam sendo as mesmas DEZESSETE. Também não há modificação sobre as sete opções para 2ª fase. O conteúdo programático ainda é inexistente para 1ª fase, apesar de um grupo de professores terem se manifestado a favor da sua inclusão, e para 2ª fase está lá no ANEXO II. É importante destacar, que o MAPA DA PROVA da 1ª fase MUDOU no último XXIII Exame. Para quem está chegando agora, o número de questões de ÉTICA foi reduzido para 8. Quer conhecer e salvar o novo mapa? Clique aqui!

Lembro que o número de questões por disciplina não precisa estar avisado no edital, exceto o percentual mínimo de 15% (Estatuto da Advocacia e da OAB e seu Regulamento Geral, Código de Ética e Disciplina, Direitos Humanos e Filosofia do Direito). Portanto, fique atento, pois a prova pode ainda mudar. Quanto às novas disciplinas, tratamos especificamente num artigo dedicado a este tema, clique aqui.

5. CRONOGRAMA GERAL DE EVENTOS

Lembro que o reaproveitamento tem edital específico. Está aí o ANEXO V atualizado com o XXIVº Exame de Ordem Unificado.

Cronograma

E AS NOVIDADES DO EDITAL? Já tínhamos antecipados uma semana antes que o edital do XXIV Exame não traria mudanças ou novidades relevantes [clique aqui]. Tenho certeza que hoje todos esperam pelo pior. O pior seria o aumento de disciplinas, uma nova fase, a redução de provas por ano, enfim, há muitas coisas piores que poderiam ocorrer. Para os “agourentos”, não foi desta vez.

[ATUALIZADO] Mancada da OAB: incluíram a reforma trabalhista no conteúdo de 2ª fase da OAB. Entendemos que não poderia ser cobrada. Estamos contatando a OAB para explicações e mudanças. Veja que o edital é bastante claro:

3.6.14.4. Legislação com entrada em vigor após a data de publicação deste edital, bem como alterações em dispositivos legais e normativos a ele posteriores não serão objeto de avaliação nas provas, assim como não serão consideradas para fins de correção das mesmas. Em virtude disso, somente será permitida a consulta a publicações produzidas pelas editoras, sendo vedada a atualização de legislação pelos examinandos.

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Não só isso, mas recentemente fiz uma ANÁLISE FÁTICA dos 4 principais preparatórios do país que oferecem curso online para OAB. Uma pesquisa às cegas, sem identificar os nomes. Veja QUEM SE SAIU MELHOR: tire suas próprias conclusões, clicando aqui.

Faltando 60 dias para prova, ainda é possível realizar um preparatório? Com certeza! Agora, se você está correndo atrás de uma indicação BIBLIOGRÁFICA COMPLETA para os seus estudos de 1ª fase? Fizemos um artigo especial, indicando esta bibliografia. Corra lá, clicando aqui.

Ótimos estudos!

Agenda OAB

XXIII Exame de Ordem Unificado

  • 23.07.2017

    Prova objetiva 1ª fase

  • 07.08.2017

    Resultado preliminar

  • 08.08.2017
    a
    11.08.2017

    Prazo recursal 1ª fase

  • 22.08.2017

    Gabarito definitivo

  • 17.09.2017

    Prova dissertativa 2ª fase

  • 10.10.2017

    Resultado preliminar

  • 11.10.2017
    a
    14.10.2017

    Prazo recursal 2ª fase

  • 24.10.2017

    Resultado definitivo