Lenio Streck por William Douglas

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WD

Há muito tempo, o colunista da Conjur, Lenio Streck, tem batido na mesma tecla (ou nas mesmas instituições, métodos ou pessoas): o mundo jurídico vai mal por “culpa” dos preparatórios, seus professores, livros, provas de concursos, bancas, faculdade, alunos, e etc. Até que alguém resolveu confrontar todas as teses do Lenio confrontando a ele próprio.

Com a palavra, William Douglas, originalmente publicado no seu site, no dia de hoje, clique aqui, sob o título LENIO X LENIO. Compartilhe!


Este material possui 2 partes:

1 – Carta ao meu aluno Pedro Ernesto (versão curta)

2 – Carta aberta ao meu amigo Lenio (versão curta)

Quem tiver interesse, postarei ao longo da semana as versões longas.

 

(1)

Caro Pedro Ernesto,

Eu não havia lido o artigo no qual Lenio, através de link, me cita. Não fosse sua indagação, não teria sabido. Em geral, o silêncio é uma boa resposta. Fernando Pessoa disse: “Existe no silêncio uma tão profunda sabedoria que às vezes ele se transforma na mais perfeita resposta”. Um bom conselho.

No entanto, em consideração a você, responderei, elaborando uma das respostas que poderiam ser dadas às referidas críticas. Preste atenção: fiz duas respostas para você e duas para o Lenio. Hoje posto apenas as versões curtas, mas tendo tempo irei postar também as versões longas.

Por fim, caro Pedro, observe que, como já conheço o Lenio há bastante tempo, as respostas seguem um tom mais pessoal. Não fosse isso, o discurso deveria ser um pouco mais formal. O tom pessoal pode passar a impressão de mágoa (o que não é o caso) e sujeitar o emissor da resposta à crítica, mas uma resposta formal ignorando o contato pessoal é igualmente perigosa: o mundo precisa de mais amizade e interação. Ignorar seus conhecidos é um caminho de isolamento entre a ideia e a pessoa, e isso eu não aprecio. A solução que sigo é assumir que se conhece a pessoa e, em paralelo, dar as respostas técnicas que cabem.

Espero que aproveite as duas cartas de agora e, quando tivermos tempos, aproveite as demais.

Atenciosamente,

William Douglas

 (2)

Carta aberta ao meu amigo Lenio

 (VERSÃO CURTA)

 

“O mestre é o homem que não manda; aconselha e canaliza, apazigua e abranda; não é a palavra que incendeia, é a palavra que faz renascer o canto alegre do pastor depois da tempestade; não o interessa vender, nem ficar em boa posição; tornar alguém melhor – eis todo o seu programa.”

Agostinho da Silva

 

“Seja humilde, e permanecerás íntegro,

Curva-te, e permanecerás ereto,

Esvazia-te, e permanecerás repleto,

Gasta-te, e permanecerás novo.

O sábio não se exibe, e por isso brilha.

Ele não se faz notar, e por isso é notado.

Ele não se elogia, e por isso tem mérito.

E, porque não está competindo,

Ninguém no mundo pode competir com ele.”

 Lao Tsé

 

Caríssimo e querido Lenio,

Lendo os comentários de um leitor na minha página, o mesmo me fez a seguinte indagação: “O que achou dessa crítica do Lenio Streck_Oficial dirigida ao senhor?” (disponível em <http://www.conjur. com.br/2017-abr-20/ senso-incomum-vi-vazamentos-pf-nada-fiz-porque-entendi-qual-foi-proposito#_ftn1>).

O artigo citado, na parte que trata do meu trabalho, diz:

“De que adianta uma nova Constituição se, nos concursos públicos para as carreiras que a irão aplicar, são feitas perguntas que não passam de pegadinhas e exercícios de memorização, sem falar nos Caios, Tícios, teorias da graxa, pamprincípios, hiperbolismos etc.? Chegamos a este ponto: técnicas de chutes para concursos. Tem muito disso (aqui). E ensinam crime tentado com ‘beijinho no ombro’ (aqui). Tem até um professor (que também é juiz) que inventou a técnica do chute consciente. Bingo. O Brasil é demais. Afora tudo o que mostrei na coluna sobre a concursocracia e a teoria da graxa, descubro a cada dia coisas novas, como Jusjitsu – a arte do concurseiro. É, de fato, precisamos de uma NCF… Para nela fazer constar um dispositivo para impedir esse tipo de coisa. Repito: a culpa é da Constituição? Do CPP? Do NCPC? Do ‘badanha’? Do ‘bispo’?”

O texto de sua coluna contém link que remete o leitor a meu artigo e foto, pelo que, indagado por aluno, senti-me levado a responder às críticas. É que o silêncio pode ser interpretado equivocadamente como anuência.

Primeiramente, não concordo com o modo como trata os colegas professores universitários e esquece a parte do MEC, OAB e IES no problema do ensino jurídico.

Penso que o tratamento nominal seja ao menos elegante. Eu tenho nome, e você me conhece. Eu não sou “até um professor (que também é juiz)”; sou o sujeito com quem você já esteve várias vezes, que já bebeu vinho ruim com você porque o evento era longe e o restaurante não tinha nada melhor. Amigo ou desconhecido, é elegante citar o nome da pessoa. Não que me importe tanto a acidez, ela é corriqueira em seus textos, apenas penso que causa mal à saúde e ao coração. Vamos falar do mérito.

Quem não precisou de ajuda para passar em concursos merece um aplauso, mas não deveria ficar incomodado quando outro professor ajuda quem precisa, já que é parte do nosso ofício.

Eu não sou quem “inventou a técnica do chute consciente”. Eu sou quem criou/ sistematizou toda uma metodologia, há 19 anos. O assunto é hoje ensinado por dúzias de professores e tema de dúzias de livros. Milhares de pessoas imputam ao meu método a sua aprovação. O nome popular de meu livro é Como Passar em Provas e Concursos (Editora Impetus, 29ª edição), que é o primeiro, e, ainda hoje, o mais completo sobre o tema. Eu o fiz ao seguir o conselho de Jesus, que diz: “Trate o próximo como gostaria de ser tratado”. Precisei de ajuda quando quis passar em concursos e não a obtive. Seguindo a lição de Jesus e usando meu conhecimento, resolvi fazer o que ninguém fizera antes: ensinar técnicas de estudo para passar em concursos. Daí surgiram as palestras e o livro, não sem sofrer a ironia e escárnio de habitantes das mais altas estações do conhecimento. Aliás, seu nome é um dos que constam na dedicatória, avise se isso o incomoda para, a partir da próxima edição, retirá-lo e não constranger o amigo.

Tenho muita alegria por ser o autor de um livro que atende igualmente a ricos e pobres, a intelectuais e a quem está apenas começando. Ele já vendeu mais de 700 mil exemplares em suas diversas versões. Não recebi até hoje reclamação de nenhum leitor que tenha se sentido ludibriado ou que tenha dito que as técnicas não funcionam. Não creio que se meu trabalho fosse fantasia, quimera ou charlatanismo teria chegado a 20 anos no mercado e a esses números. Mais que eles, tenho os depoimentos de milhares de pessoas que imputam às minhas técnicas seu sucesso. Técnicas tão ridicularizadas pelos doutos, mas que servem a quem precisa. Eu me preocupo com alunos, por mais que essa atitude incomode a alguns, o que considero efeito colateral tolerável diante do bem que faço.

Os intelectuais das universidades podem sugerir algo de concreto para melhorar os concursos em vez de ficarem ironizando quem está ajudando os alunos a enfrentar, quando ocorrem, as ridículas pegadinhas e decorebas. Lamento muito que a culpa caia nos professores de cursos preparatórios e nos autores de livros práticos. A culpa não é nossa, mas das bancas. Elas é que criam questões bizarras! Nós só criamos as soluções para nossos alunos terem sucesso.

Felizmente, temos muitas bancas sérias e trabalhando bem, evoluindo, fazendo seu trabalho de forma correta e digna. Concordo com você, quando critica as perguntas imbecis, mas discordo de sua crítica aos livros, aulas e técnicas que são apenas o subproduto do problema real. Enquanto existirem concursos, as técnicas ensinadas no meu livro e congêneres serão extremamente úteis tanto para resolver questões imbecis quanto bem formuladas.

Enquanto existir concurso com questões de múltipla escolha, e a menos que o candidato saiba 100% do conteúdo (o que recomendo), se houver questão que não saiba, será muito útil conhecer as técnicas de chute. Provas de múltipla escolha, aliás, também ocorrem em outros países, não estamos diante de um problema unicamente do Brasil ou de uma “jabuticaba”.

Você retoricamente indagou de quem é a culpa. A culpa, Lenio, é de quem faz os editais e elabora as provas. A culpa é do MEC, da OAB, das direções das IES públicas, dos donos das IES privadas. Fico espantado com você perguntar de quem é a culpa, mesmo retoricamente. Existindo uma resposta evidente, é um desserviço culpar os inocentes. Você ataca sarcasticamente os professores de memorização e que ensinam a chutar, e os de JUS-JITSU. Seu texto, de liliputiana lhaneza, com seu tom nanoeducado, salva o “badanha” e ataca os professores que estão fazendo o trabalho que lhes cabe.

Outra coisa: nem todo mundo precisa saber Direito no nível que sabemos, amigo. Há concursos para cargos e níveis em que os candidatos só precisam saber o básico. Quem apoiaria a crueldade de, em um concurso para nível médio, não existirem livros adequados para o concurseiro estudar? Friso isso: há uma parte dos livros simplificados, esquematizados e resumos que é e sempre será adequada. Errado será se as bancas exigirem para um técnico de nível médio o mesmo conhecimento (logo, o mesmo livro) que se exige para uma pós-graduação ou concurso para as carreiras do MP ou da magistratura.

Popularmente falando, “não se mata passarinho com canhão”. Acho ótimo a academia produzir saber jurídico extremamente aprofundado e filosófico, mas guardemos esse saber para os lugares em que ele cabe. Nem sempre é dos acadêmicos que saem os melhores operadores do Direito. A imersão em um universo abstrato às vezes impede que o profissional veja e aprenda a lidar com o mundo como ele realmente é.

Como diz Renato Russo, “prefiro gastar meu tempo amando quem me ama do que odiando quem me odeia”. Isso também vale para meu trabalho. Entretanto, como você insiste tanto em falar mal do nosso trabalho, um dia a gente precisa responder. Esse dia é hoje.

1 . Sobre o “chute consciente”, ciência da seleção, Estatística, Heurística, Conhecimento Residual, Teoria da Resposta ao Item etc.

Talvez o colega não tenha se dado ao trabalho de ler as ressalvas que faço no artigo de minha autoria cujo link foi inserido em seu artigo. Sugiro que faça. Eis aqui:

Antes de começar, é importante fazer algumas ressalvas. A atitude correta diante de uma questão que não se sabe não é a tensão, o nervosismo, o desespero ou coisa semelhante. A primeira atitude é se prometer sinceramente que vai estudar mais para não passar tão facilmente por essa situação na próxima prova.

O ‘chute’ não é uma ciência exata e não substitui a preparação, é apenas uma alternativa para, na falta do conhecimento necessário, arriscar uma resolução. Reforço, o ‘chute’, por mais consciente que seja, não substitui o estudo. Além disso, nem sempre a resposta certa será aquela que a ‘técnica do chute’ indicar. Estamos lidando com tendências, chances, tentativas de acertar. Dito isso, vamos a alguns novos conceitos” (grifos meus, neste dia).

 E encerro o artigo dizendo:

 “Estude com afinco, prepare-se da melhor maneira possível e lembre-se do lema do BOPE: ‘Treinamento duro, combate fácil’. Na preparação para os concursos, quanto mais você treinar, fizer questões e conhecer a matéria, mais fácil será a prova e mais gols você fará, com menos ‘chutes’”

(os grifos são meus, feitos nesta data).

Vou mandar essa questão de múltipla escolha para você tentar acertar. Vamos lá, leia o enunciado e escolha a alternativa correta.

O que é melhor quando o aluno não sabe uma questão:

(a) não chutar, diminuindo a chance de ser aprovado;

(b) chutar de qualquer jeito, sem raciocinar; ou,

(c) chutar com consciência, utilizando seu conhecimento residual e/ou a heurística?

Eu recomendo ao aluno que estude, mas, na prova, se precisar, que seja inteligente. Inteligência, em seu melhor conceito, é “adaptação em busca da felicidde” (Luiz Machado, neurocientista brasileiro). Aliás, atribui-se a Albert Einstein, Nobel da Física de 1921 e Prêmio Max Planck de 1929, a preciosa lição de que a “imaginação é mais importante do que o conhecimento“. Enquanto professor de concursos, devo ensinar ao candidato como chutar com consciência. Eu sei que esse exercício tem fundamento na Matemática, na Estatística e na Lógica, matérias acadêmicas cujo aprofundamento seria perda de tempo para o aluno de concursos. Eu poderia até mesmo dar a eles uma aula de “conhecimento residual”, “heurística”‘, “Teoria de Resposta ao Item”, “educated guess”, o que faria muitas pessoas me acharem o máximo, sábio, inteligente, mas acho que seria uma maldade com o aluno, pois ele não precisa saber isso, já tem muito o que estudar, família, pressão, dívidas etc.

A quem quiser se aprofundar em conhecimento residual e heurística, recomendo o trabalho de David Ausubel e do brasileiro Victor Maia, Mestre pela UnB, que desenvolveu modelo matemático que consegue aperfeiçoar a aprendizagem do candidato.

Aquilo que eu chamo de “chute” tem nomes mais pomposos. Pesquise um pouco sobre educated guess. Embora o nome “chute” incomode e possa ter conotação negativa, escolhi o melhor termo para aplicar a fim de que o conceito fosse entendido pela massa. Eu falo para quem faz concurso de juiz, residência médica, auditor, mas também falo para quem faz concurso para outros níveis de escolaridade. Eu trabalho para todos, quero servir a todos. É minha escolha. Não vou escolher nome difícil para ser aplaudido pela academia.

Aproveite e leia um pouco sobre o ensino de Lev Vygotsky que em resumo recomenda ao professor se indagar: “Será que realmente conheço os significados e os sentidos de que meus alunos disporão?” Ou seja, cabe ao professor, e não ao aluno, a aproximação. Emende com o que ele ensina sobre a Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), que trata da importância da relação e da interação entre professores e alunos como fundamento dos processos de aprendizagem.

Enfim, vale anotar que a premissa de que nos concursos públicos “são feitas perguntas que não passam de pegadinhas e exercícios de memorização” não é totalmente verdadeira. É generalização e mostra desconhecimento do trabalho sério que diversas organizadoras realizam, como o Cespe/UnB, FGV, FCC, ESAF etc.

A beleza do “chute consciente” consiste justamente no fato de sua eficácia ter como pré-requisito o conhecimento, o raciocínio e o saber residual.

Aos que criticam os concursos, lembro que nenhum método é perfeito. Por mais sofisticado e equilibrado, é impossível não cometer erros pontuais. A grande pergunta é: que outro método de seleção seria mais justo e republicano? Adaptando a sabedoria de Winston Churchill: Concurso público é a pior forma de seleção de servidores, à exceção de todas as outras que foram experimentadas.”

 2. Sobre música e aprendizagem

Sobre o “beijinho no ombro”, também mencionado em seu artigo -,e que remete o leitor a uma música no YouTube, uma observação. A música é, segundo estudos científicos feitos nas melhores universidades do mundo, uma forma eficientíssima de ajudar na fixação de conceitos. Profissionais do Direito têm dificuldade de aceitar a interdisciplinaridade e de coexistir com outros ramos do conhecimento. O aluno aprender é assunto, antes que jurídico, da pedagogia, e os mais avançados estudos da Pedagogia e sobre neuroaprendizagem, com farta bibliografia disponível, recomendam a técnica. Ela é antipática para muitos juristas, mas funciona. Os estudos sobre utilização da música para aprendizagem podem ser úteis.

A Universidade de Yale, mais especificamente o Yale Center for Teaching and Learning (Centro de Ensino e Aprendizagem de Yale), publicou matéria que trata do “Active Listening: Teaching with Music” (disponível em: <https://campuspress.yale.edu/yctl/active-listening/>).

A Johns Hopkins School of Education publicou o artigo “Music and Learning: Integrating Music in the Classroom”, do qual extraio, em tradução livre,  dois trechos (disponível em: <http://education.jhu.edu/PD/newhorizons/strategies/topics/Arts%20in%20Edu cation/brewer.htm>):

 “A música nos ajuda a aprender porque estabelece um estado positivo de aprendizagem; cria uma atmosfera desejada; constrói um senso de expectativa; energiza as atividades de aprendizagem; muda os estados das ondas cerebrais; centraliza o foco; aumenta a atenção; melhora a memória; facilita uma experiência de aprendizagem multisensorial; alivia a tensão; otimiza a imaginação; alinha os grupos; desenvolve intimidade; fornece inspiração e motivação; acrescenta o fator da diversão e valoriza as unidades orientadas por temas.”

“A TEORIA DA APRENDIZAGEM E A MÚSICA. Teóricos da educação há muito tempo têm buscado respostas para a pergunta sobre qual é a melhor forma para ensinar os alunos a aprender de verdade. Os modelos de ensino têm evoluído e, com certeza, continuarão a ser aperfeiçoados.  Algumas das mais avançadas tecnologias de aprendizagem adotam o uso da música para auxiliar na aprendizagem. Quase todos os métodos podem ser melhorados através do uso da música.  As orientações fornecidas neste livro podem ajudar os professores e treinadores a aprender como utilizar a música, independentemente dos métodos de aprendizagem que estejam sendo usados.  Uma observação especial é dada aqui sobre métodos bem-sucedidos de aprendizagem nos quais a utilização da música é especialmente relevante”.

 3. O Jus-Jitsu que o incomoda

Agora mesmo, enquanto escrevo esta resposta, e como trabalho com duas telas de computador, conto 20 pessoas aprovadas pelos professores de jiu-jitsu para concursos, ou seja, JUS-JITSU. Que legal! Sabe aquelas bancas imbecis que você vive criticando? Pois é, os professores que ironizou conseguiram fazer, em quatro meses, com que VINTE alunos conseguissem superar injustas e desmedidas exigências. Ipon! 20x.

Sobre músicas, conhecimento residual/educated guess/Heurística/“Chute”, e outras técnicas validadas por pesquisas científicas e pelo estudo da neuroaprendizagem, assim como sobre bibliografia para pesquisa sobre tais temas, direi após, na “Versão do Diretor” da presente resposta, que publicarei tão logo tenha tempo.

 4. Sobre como funciona ser professor/autor de curso/livro para concursos

No ramo dos concursos, cujos professores você vem criticando repetidamente em palestras, não existe estabilidade. Professores mal preparados não se criam, porque vivemos de resultados práticos e imediatos no mundo real. Não temos Capes, ABNT nem Lattes, não temos que ter publicações, mas aprovações. Ou ensinamos o que é necessário de um jeito que o aluno aprenda, ou estamos fora. Acho justo. Anoto que não tenho nada contra Capes, ABNT e Lattes, aprecio tudo o que trazem de bom dentro de seus espaços. Nem todo mundo precisa saber as coisas do mesmo modo que praticadas na academia. Cada saber para sua caixinha. Os outros não precisam ser feios para você ser bonito: há no mundo espaço para as mais variadas belezas. A academia é bela, e o cursinho também, desde que cada um saiba bem o seu lugar e, nele, cumpra bem o seu papel.

Como disse o Professor Marcelo Hugo da Rocha, no artigo “Esquematizado, sistematizado, descomplicado e outras simpatias”, (http://blog.passenaoab.com.br/esquematizado-sistematizado- descomplicado-e- outras-simpatias/ ) :

Não é nosso objetivo julgar como são realizadas as provas e exames, até porque não vislumbramos um modelo praticável na visão de Streck (e que também não oferece uma solução), mas elas estão aí selecionando candidatos para o bem ou para o mal e ninguém ficará eternamente se preparando com a leitura de notas de rodapé, citações em alemão, francês e italiano.

Portanto, não há dúvidas que discordamos de Lenio Streck quando diz que a culpa é da tal indústria sucateada quando se refere aos livros (se é que estão sendo) consultados pelos acadêmicos de “Direito” (como prefere, entre aspas). Como foi dito antes, o propósito do mercado editorial preparatório foi atender a uma parcela que precisava otimizar seu tempo, calibrar o seu foco, o suficiente para alcançar o objetivo final: a aprovação. Seja esquematizado, sistematizado, descomplicado, qualquer que seja a simpatia para ser APROVADO, é legítima a oferta. Quanto à procura, veja que a “prateleira” (ou tela do computador ou tablet) de uma livraria é um espaço democrático, onde a escolha do conhecimento é livre, e quem escolhe não é a editora ou o autor, principalmente, com os modernos sistemas de buscas à disposição por títulos, ISBN, ano da publicação, DNA da autoria, nome da sogra do editor, enfim, por múltiplas escolhas.”                     

5. Sobre como tratar outros professores – I

No momento em que critico a forma como você trata outros professores, busquei alguém que pudesse citar. Obviamente, dada sua fixação por algumas coisas (livros publicados, prêmios, número de artigos, conceito da Capes etc.), procurei alguém cuja titulação, prêmios, enfim, currículo, pudesse merecer sua confiança.

E achei! Vou usar as palavras do eminente, ilustrado e festejado… Lenio Luiz Streck.

Veja o que Lenio diz na coluna intitulada “Pode um professor, em sala de aula, chamar a outro de ‘idiota’?” (disponível em: <http://www.conjur.com.br/2016-ago-04/senso-incomum-professor-sala-aula-chamar-outro-idiota>)..

Amei seu “abstract”, parabéns! Repito suas palavras mostrando “o problema da falta de ética em sala de aula”, sim, a “sala de aula é lugar do conhecimento. Da ciência. E não da aleivosia. Ou da fanfarronice”.

Lenio diz:

“Na sequência, delicadamente lhe falei que era necessário respeitar a obra dos outros(grifo meu).

 “E, insisto: Como professor de universidade pública, ele não poderia desdenhar de outros professores, […]”  (grifo meu).

Claro que essa norma ética não é apenas para professores de universidade pública, nem apenas a tais deve proteger. Ela protege a todo e qualquer professor, não é, Lenio?

Assim, amigo, considerando o que você mesmo escreveu, encerro este item citando Cora Coralina em Vintém de Cobre: Meias Confissões de Aninha: “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

6. Sobre como tratar outros professores – II

Lenio Streck, no artigo citado acima, disse:

 “Nas histórias de faroeste, o pistoleiro experiente sempre tinha um problema novo a cada cidade: um pistoleiro novato fazendo provocação. O novato nada tinha a perder, a não ser a vida ou um dos dedos da mão com que empunhava a arma. Alguns pistoleiros não atiravam para matar. Desarmavam o oponente. A tiros. E lá se ia o velho pistoleiro mudando de cidade, chegando sem alarde, chapéu nos olhos. Oitavado no balcão, rezava para que nenhum provocador aparecesse.

Sinto-me como esse velho pistoleiro. Depois de anos, sempre aparecem novatos para medir forças. O truque mais usado é a ofensa em sala de aula. Recebo muitas notícias com relatos. Até brinco, dizendo: Claro, falar pelas costas é que é bom; pela frente é falta de educação…!”

Tenho más notícias, amigo. Você se sente como um “velho pistoleiro” porque eu e você somos velhos pistoleiros. Veja nossas idades! Veja a sua idade, veja a minha idade! Eu sou um quase cinquentão (4 de junho, aguardo sua ligação, minha camisa é GG,  meu número de sapato é 43 ou 11 ½ e os vinhos gaúchos me agradam muito).

O problema, colega, é que seu caso é diferente. Você, na metáfora, não seria o velho e famoso pistoleiro que ouviu provocação. Nenhum pistoleiro novato lhe procurou. Não. Quando outro professor usou a pistola em sua direção, se ofendeu, fez coluna especialmente para dizer que professor “tem que respeitar a obra do outro”, ser ético, educado, “não desdenhar de outros professores”. Aqui, contudo, foi deselegante com velhos pistoleiros, como eu, e deselegante com os novatos.

Um professor da sua idade, com tantos anos de estrada, deveria ser gentil com a garotada. Deveria lembrar que já foi garoto um dia, lembrar de quando pegava dois ônibus para ir trabalhar na fábrica. Você ficou ironizando um jovem professor que se formou em 2007, logo você, formado em 1980! Que prazer é esse de atirar em alguém que, comparado conosco, velhos pistoleiros, é apenas um menino entrando no Saloon? Essa garotada usa Taser, é de um outro mundo. Além disso não aprecio alguém que, já consagrado, atira desse jeito em quem está no início da carreira e tem menores condições de se defender de “coroas” já estabelecidos, como é o nosso caso, parceiro.

Nem todos estão preocupados com nossos modelos nem se medem pelos mesmos parâmetros, como número de livros, artigos, títulos ou prêmios. A grandeza de um homem-jurista não se mede só nesses termos. Jesus disse que “a vida do homem não consiste na abundância dos bens que possui” (Lucas 12:4) e isso também se aplica aos nossos títulos.

O fato, amigo, é que com a grande inteligência e cultura que possui, suas críticas poderiam ser muito mais construtivas, você poderia ser um dos melhores instrutores de tiro do país, enverga bagagem para isso. Enverga, mas a desperdiça com mais tiros do que conversas amistosas e construtivas no Saloon.

Quantas aulas já deu para os professores aos quais se refere? Refiro-me a esses que você critica como “incapazes de aplicar o Direito” e “mal preparados”. O que falta para você fazer um curso gratuito para melhorar o nível desses colegas? Não me refiro às palestras institucionais gratuitas; o protocolo já manda que não se cobre. Perdoe-me a ignorância se já faz isso, mas quantas vezes estendeu a mão para os “professores mal preparados”?

 7. Professores e professores

Dou aulas desde a adolescência, sempre olhei bons e maus professores para aprender o que fazer ou evitar. Dentre as várias classificações possíveis, divido o mundo em professores autocentrados e professores que eu chamo de… professores.

Acho que cabe fazer algumas anotações sobre isso. Vou falar sobre professores em geral. Há professores que são professores para si mesmos, e outros que são professores para os alunos. Há professores que não respeitam os outros jeitos de ser (didática, escopo, público) e aqueles que o fazem. Há professores que sobem no ombro dos seus alunos para ficarem mais alto, e professores que cedem seus ombros para que seus alunos vejam mais longe. Há professores que falam difícil, para si e para seus iguais, querendo com isso revelar ao mundo sua superioridade, e há professores que falam para serem entendidos.

Mas também há mais coisas, caro amigo. Como diz Joseph Campbell, antropólogo, falando a um grupo de professores:  “Se vocês realmente querem ajudar este mundo, precisam ensinar como viver nele”. Ou Voltaire, “Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar.”, ou Quintana: “Amar primeiro, educar depois, / Esquecer primeiro, aprender depois / Libertar primeiro, ensinar depois.”

8. Prolegômenos sobre Genética jurídica

A falta de interação é prejudicial até mesmo na genética, ou seja, comunidades muito pequenas sem interações com outras tendem a sofrer com problemas genéticos, mutações teratológicas e redução da imunidade, ficando mais susceptíveis a doenças e agravando o problema a cada geração futura. No meio jurídico não é diferente. Não bastasse a ausência de diálogo interdisciplinar entre o Direito e outras ciências do saber, é raro um diálogo produtivo entre acadêmicos e operadores do cotidiano dos Fóruns. Atualmente, é pobre até mesmo entre os acadêmicos do Direito de escolas diversas. Criticam os concursos sem ao menos corrigirem primeiro seus problemas internos.

A academia, obviamente, mercê dos extraordinários valores intelectuais e morais que possui, também tem feito críticas a si mesma, o que é louvável. Críticas boas, valendo nos recordarmos delas antes de apontar os erros de outros modelos de ensino:

(a) “Soberba acadêmica, um pecado capital”, de Edianne Nobre, do qual extraio a epígrafe: “Muitos de nós, acadêmicos, passamos a vida assim: construindo degraus de ascensão na Plataforma Lattes e afundando nossas chances de mantermos boas relações pessoais” (disponível em: <http://ponto critico.org/24/06/2016 /soberba-academica-um-pecado-capital/ _>); e

(b) “Precisamos falar sobre a vaidade na vida acadêmica”, da lavra da Professora Rosana Pinheiro-Machado, que é cientista social e antropóloga, professora do departamento de Desenvolvimento Internacional da Universidade de Oxford, cuja epígrafe também copio: “Combater o mito da genialidade, a perversidade dos pequenos poderes e os ‘donos de Foucault’ é fundamental para termos uma universidade melhor” (disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/sociedade/preci samos-falar-sobre-a-vaidade-na-vida-academica>);

Vamos lembrar que “a soberba precede à ruína; e o orgulho, à queda” (Provérbios 16:17,18). Ou, ainda, “Tens visto o homem que é sábio a seus próprios olhos? Pode-se esperar mais do tolo do que dele” (Provérbios 26:12).

As falhas acima relacionadas, em rol infelizmente meramente exemplificativo, também ocorrem nos Três Poderes, não apenas na Universidade. A questão é que a universidade deveria ser o lugar onde essas mazelas fossem corrigidas primeiro, o que não só faria dela um lugar melhor, mas também a guindaria imediatamente à condição de referência e autoridade moral perante os outros espaços. Uma referência que a universidade pretende ser, mas que é inviável enquanto ela replicar tudo o que de mais feio acontece lá fora. Como disse Jesus: “Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão” (Mateus 7:3,5).

Sobre os erros da academia e das pós-graduações, menos falados, mas tão grandes ou maiores que os erros dos juízes e os erros dos concursos, também direi após, na “Versão do Diretor” da presente resposta, que publicarei tão logo tenha tempo.

9. Indo além da hermenêutica jurídica

Enquanto se preocupa em desfazer de quem ensina as úteis técnicas de chute e de quem faz música, ou Jus-jitsu, não percebe que poderia construir mais pontes e diálogos produtivos.  Todos temos ressalvas contra o sistema de concursos, mas é um sistema com seus méritos e, mais, tudo é questão de tom e de como fazer uma crítica elegante, construtiva e positiva.

O Professor Luís Roberto Barroso (em palestra na UERJ, ainda antes de se tornar Ministro do STF), ao falar sobre o ensino jurídico, foi indagado sobre o sistema de concursos públicos. Na ocasião, afirmou que apesar de os manuais e livros da área diminuírem a complexidade do Direito e a sua erudição, esse sistema cumpre um importante papel social: possibilita a ascensão de pessoas que não teriam como conseguir sem eles. Afirmou, ainda, que há espaço para a indústria dos concursos e que ela é importante para a democratização do ensino jurídico. É uma ótima visão, na contramão daqueles que prefeririam que o Direito fosse reservado a uma pequena parcela de iluminados. O tempo desse elitismo já passou.

Há alegria além das letras que dominamos, parceiro. Sobre isso, cito a música trem-bala. Ela fica melhor na voz de Ana Vilela, mas destaco algumas frases:

É sobre cantar e poder escutar mais do que a própria voz […]

Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu […]

É sobre ser abrigo e também ter morada em outros corações

E assim ter amigos contigo em todas as situações […]

Porque quando menos se espera, a vida já ficou pra trás […]

a vida é trem bala, parceiro/ E a gente é só passageiro prestes a partir”

10. Flores e convite para um café ou chimarrão

Lamentando mais uma vez o tratamento dispensado, anoto que, diante do “também juiz”, tenho muito orgulho, sim, de ser juiz federal. Estou, junto com minha equipe, premiado por produtividade, rotineiramente em primeiro lugar nesse quesito, conforme diz a Corregedoria do TRF2. A observação é para evitar qualquer suspeita de que “também” ser juiz signifique menos amor, dedicação ou resultados neste honroso e difícil ofício.

Renovo a notícia que tenho apreço por você, Lenio. Apesar de não concordar com os seus modos, continuo me considerando seu amigo. Você mandou tiros de pistola, eu lhe mando flores. Gerânios. O Gerânio é uma flor que traz como significado a harmonia e o carinho. Movido pelo dever cristão e pelo afeto, desde já perdoo o amigo pela indelicadeza comigo, e renovo o convite para que, se quiser, quando estiver em Niterói venha até a 4ª Vara Federal ou à Editora Impetus para tomarmos um café e, quem sabe, sairmos para boa refeição e vinho. Você é meu convidado. Será um prazer estar com você.

11. À guisa de conclusão

Enfim, daquele que serve a quem precisa; daquele que é “até” e “também”; daquele que é seu amigo e o trata pelo nome; daquele que, como você, deseja que parem de fazer questões idiotas; daquele que, ao contrário de você, respeita o trabalho de colegas que seguem outras sendas profissionais no mundo do Direito e dos concursos; daquele que o receberá com um abraço e café ou chimarrão se e quando aparecer,

um abraço,

William Douglas, até professor, e também juiz.

Fim dos concursos públicos com a nova lei da terceirização?

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Em 48 horas após a aprovação do projeto de lei que libera a terceirização inclusive para atividades-fim, as redes sociais tomaram de assalto este assunto. Engraçado que um dia antes todo mundo falava (e julgava) sobre JBS, Friboi, Sadia, etc. Hoje, se a CLT foi rasgada, ou se os empregos com carteira acabarão como também se os concursos públicos serão afetados e como.

Pois bem, respondendo objetivamente a pergunta que trata este post: NÃO será o fim dos concursos públicos.

E como justificando minha resposta com a seguinte situação. Como nós sabemos, hoje é possível a terceirização da mão de obra apenas nas atividades-meio, ou seja, que não seja objeto principal da sociedade empresária. Assim, numa escola, os professores (atividade-fim) devem ser empregados, enquanto tudo mais pode ser através de terceirização.

Pois bem, o mesmo acontece na iniciativa pública. Ocorre que você já deve ter visto em tantos editais da vida que há vagas em concursos públicos de carpinteiros, motoristas, ascensoristas, tratoristas, limpeza, técnicos de serviços gerais, enfim, há uma gama de possibilidades para concursos que exigem apenas o ensino fundamental. Basta clicar no GOOGLE: “concursos e nível fundamental”.

Se pararmos para observar, grande parte destas vagas são destinadas à atividade-meio. Pergunto: se era possível terceirizar esta prestação de serviço, porque as entidades públicas não contratam particulares para realizar tais tarefas? Provavelmente, a prestação de serviços de limpeza e segurança é realizada por empresas contratadas, mas e o restante?

Puxe a sua Constituição Federal e dá uma lida nisso:

Art 37. (…) II – a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração

O caput do referido artigo trata da “administração direta e indireta” dos três Poderes e nos níveis federal, estadual e municipal. Lembra da pirâmide de Kelsen? Quem está no topo? Pois é, a Constituição Federal.

Então não acredito no terror que muitos estão pregando que os concursos públicos irão acabar. Querem acabar? Então aprovem uma PEC, mas não uma lei. Aliás, não aprovem nada, porque os concursos públicos são a última instância do que, mesmo mal, o Estado-democrático sobrevive.

Quer saber? Mantenha o foco nos seus estudos, porque logo a sua aprovação irá chegar!

Passei num concurso, mas meu salário é melhor onde estou: o que fazer?

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Participo de um grupo de concurseiros no FB com quase 250 mil inscritos e chamou a atenção de todos uma dúvida que uma menina trouxe:

Tomar posse em concurso que ganhe R$ 1.500, 6 h por dia
ou continuar em empresa privada 4 h R$ 2.400 ?

Pelos comentários que geraram (até o momento quase 700 opiniões), a grande maioria sugeriu que a concursanda assumisse o cargo público. Sem querer especificar o caso concreto, até para gerar todos os caminhos possíveis, trouxe para vocês refletirem esta situação que não é incomum, ao contrário, muita gente fica nesta encruzilhada, inclusive eu já enfrentei ela lá no século passado…, enfim.

Pois bem, opiniões do tipo “concurso sempre!” devem ser eliminadas antes de qualquer reflexão, pois ser aprovado em concurso não é acertar na MEGASENA, portanto, precisamos avaliar muito bem antes de admitir tais dogmas impensáveis.

Em razão dos comentários, para quem defendia que a concurseira assumisse o cargo público em razão da estabilidade, MAIOR FUNDAMENTO para estes, precisamos separar o JOIO DO TRIGO. E se o cargo público é para REGIME CELETISTA? Pois bem, nestes casos, a tal “estabilidade” não é tão diferente quanto estar na iniciativa privada.

Vou dar um exemplo bem claro: concursados dos CORREIOS. São regidos pela CLT. No entanto, dentre as estatais COM MAIOR NÚMERO DE RECLAMATÓRIAS TRABALHISTAS estão os celetistas dos Correios no país! Não só dispensas, mas desrespeito às normas trabalhistas. Outro ponto interessante, é um processo que está no STF nas mãos do Min. Barroso sobre a dispensa de concursado celetista sem prévio processo administrativo. Justamente é em relação a um ex-funcionário dos CORREIOS.

Até então, a própria JUSTIÇA DO TRABALHO, onde o hipossuficiente tem seus direitos garantidos, os servidores públicos em regime de CLT sempre foram dispensados sem justa causa sem processo administrativo sem garantia de reintegração no emprego. Eram mandados embora e era isso. Recebiam as parcelas e TCHAU-TCHAU. Sem choro, sem nada.

Por outro lado, há muitas estatais que estão dispensando “sem justa causa”, mas cuja causa é trazida nos processos trabalhistas, qual seja: não tem dinheiro ou enfrentam dificuldades financeiras. Difícil de acreditar, mas é o que está acontecendo. Se estão reintegrando ou não, são outros 500, mas vejam o STRESS por parte do funcionário concursado!

Pior, que muitas prefeituras estão fazendo concursos pelo REGIME CLT através de “subcontratações” de estatais para evitar que sejam contratados de forma ESTATUTÁRIA, justamente, para facilitar a dispensa. Novos tempos, infelizmente, para PIOR.

Então, em relação à questão da estabilidade, é bastante RELATIVA a opção. Veja por outro ângulo. E se a empresa privada é uma empresa sólida, que inclusive está contratando ou em fase de expansão? Por isso, sugere-se que a opção seja avaliada neste sentido, a partir de uma reflexão que julgue esta hipótese da ESTABILIDADE.

Em relação ao trabalho em si. Aqui é um ponto muito subjetivo. Em geral, o serviço público é burocrático, com tarefas repetidas, com remotas possibilidades de troca de funções ou setores. Além disso, como se sabe, geralmente, os chefes não são concursados, mas indicações políticas. Portanto, há muito também de “mando-e-desmando” como em qualquer empresa privada, às vezes, até pior, porque alguém “segura” o chefe e, de fato, a política é o elo mais forte dentro da iniciativa pública.

Se a concurseira tem ideia de continuar seus estudos, na situação em concreto, ela poderá guardar mais dinheiro para uma possível reserva futura (despedida ou demissão), bem como terá mais tempo para seguir a sua preparação.

Concursos que pagam R$ 1.500 têm muitos por aí, também é outro fator a ser considerado, diferente se fosse outro que pagasse mais de R$ 5 mil reais, pois quanto maior o valor da remuneração, mais fica difícil a concorrência e mais escassos são os certames.

Outra questão é o nível de escolaridade. Se é para um cargo com nível superior, realmente, paga muito pouco, consequentemente, as tarefas não estarão à altura da escolaridade. Vejam que os concursos para TRIBUNAIS pagam mais de R$ 5 mil para NÍVEL MÉDIO. Por isso, tem que ficar atento a todos a estes detalhes, pois admitir que “concurso, sempre” a frustração será muito alta na escolha errada.

É o que penso. Sobre a situação que já passei, acabei optando pelo serviço público (que pagava menos) e posso afirmar que me arrependi no final das contas.

As faculdades de Direito e os concursos públicos

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estudo

Não é de hoje que se alimenta como polêmica a questão dos graduandos em Direito, na sua grande maioria, buscar sua realização profissional num concurso público. Recentemente, meu colega no corpo docente da FACOS – Faculdade Cenecista de Osório, Jean Severo, escreveu algo neste sentido sob o título “Eles só pensam naquilo: concursos públicos!” no site Canal Ciências Criminais [clique aqui]. Como podem imaginar, sua decepção com uma enquete particular sobre o destino da sua profissão de advogado criminalista.

Também busco nas enquetes avaliar como anda nossos alunos das mais diversas instituições de Direito no país, não só em sala de aula, como aproveito para explorar nas palestras também a minha curiosidade e nos cursos preparatórios. E isso acontece desde 2006.

É certo que a vontade de ingressar na advocacia privada era muito maior em 1992, quando me tornei aluno da graduação na PUCRS, do que se assiste neste século. Mas trago um dado peculiar: dos meus colegas de formatura, de uma turma de 60 alunos, talvez não chegue a 10% daqueles que se mantiveram na advocacia privada até hoje de forma exclusiva. Muitos colegas seguiram o concurso público e hoje são defensores públicos, promotores, oficiais de justiça, concursados de estatais e tribunais. E o resto? Abandonou o Direito para seguir outras descobertas profissionais ou aptidões.

Posso concluir que se há um fascínio imediato no Direito, a longo prazo parece perder o “brilho” e os motivos são muitos, principalmente, posso apontar como um dos determinantes o próprio desestímulo que o Poder Judiciário é capaz de contribuir para o stress e cansaço da atividade secular que é a advocacia. A frase que mais se ouve dos ex-colegas que largaram é: “chega uma hora que cansa”. Tratar com clientes também não é tarefa fácil, facilita se for advocacia empresarial.

Pois bem, para quem é concursado parece que este cansaço demora mais para chegar, mas não é este ponto que quero abordar de fato. O que representa a escolha maciça dos nossos estudantes por concursos públicos, certamente, é a estabilidade e os valores a serem garantidos mensalmente, faça sol, faça chuva. Algo que cresceu muito nestes últimos 20 anos é o acesso ao cargo público bem como a sua diversidade de opções. P.ex., concursos para tribunais (TRT, TRE, TJ e TRF). Um analista nível superior começa a ganhar, de imediato, cerca de R$ 9 mil reais. E tem concursos todos os anos e mais de uma vez devido ao grande número de tribunais espalhados pelo país.

Hoje, com a possibilidade de fazer uma prova pela manhã (técnico) e outra pela tarde (analista), a carreira de técnico nível médio também tem atraído bacharéis em Direito, pois a remuneração parte de R$ 5 mil reais. Qual advogado em INÍCIO de carreira ganha este valor?

Com a manchete “Saiba por que o Direito ainda é o queridinho dos pais e continua atraindo muitos estudantes“, o jornal ZERO HORA publicou uma matéria a respeito do curso de Direito, cujo número de matrículas cresceu 17% no país, em cinco anos (passando de 694.447 para 812.897 matrículas). De acordo com a reportagem, “o aumento na procura é motivado, principalmente, pelos altos salários da área jurídica e a estabilidade dos concursos públicos” e segundo o Presidente da Comissão de Ensino Jurídico da OAB-RS, Igor Danilevicz, “é impressionante o número de alunos que estão na faculdade com foco em um concurso”.

Avalizando o que foi dito antes, a matéria traz o depoimento do Coordenador do preparatório da Casa do Concurseiro, Edgar Abreu:

– “Com a crise, as pessoas pensam antes na empregabilidade do que na profissão. Como há escritórios de advocacia que pagam menos do que concursos de Ensino Médio, muitos formados em Direito se interessam mais em estudar para essas vagas”.

Portanto, a desilusão do prof. Jean Severo faz sentido, principalmente, na área criminal, ainda que seja das raras carreiras ditas “solitárias” dentro do Direito, porque a possibilidade de ingresso na profissão é mais consistente do que outras que dependem de grandes escritórios para atrair clientela.

Para finalizar, quero fechar que quando entrei na faculdade, por óbvio, já havia grande interesse nas carreiras jurídicas. Lembro que nosso curso de Direito não é curso de Advocacia, mas de Ciências Jurídicas e Sociais e que garante acesso a todas outras profissões jurídicas. O que mudou muito foi a própria advocacia como mercado profissional. Não diminuíram os casos, ao contrário, aumentaram devido a conscientização jurídica da sociedade, mas o mercado hoje é dominado por grandes corporações e fusões de escritórios, o que, certamente, você começará advogando num destes ambientes de trabalho.

A advocacia romanceada de abrir sozinho sua sala, com uma placa na porta “Dr. Fulano de Tal”, “Especialidade Tal”, esta sim virou elemento dos contos de fada. E como os números não mentem, o interesse no Direito aumentou 17% nos últimos cinco anos porque nunca saiu de moda e sempre será um dos cursos mais fáceis de se apaixonar. Como toda paixão pode gerar amor e ódio, o Direito também é paciente da paixonite aguda!

Um plano de estudos para o verão?

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22525-2Verão, um longo recreio para os acadêmicos até o início das aulas da faculdade. Ou período de férias em janeiro ou fevereiro para o empregado ou estagiário. De qualquer modo, é uma estação que a maioria prefere se dedicar a coisas pequenas, leves ou divertidas. Quando pode, é a estação perfeita para tal! Mas para quem está “preso” ao destino de concurseiro ou examinando, o verão é qualquer outra estação, exceto pela dificuldade que se torna, senão vejamos.

A 2ª fase da OAB geralmente está programada para janeiro e a próxima 1ª fase para março. Assim, o verão é uma estação danada de dificultosa para os examinandos pelos mesmos motivos para quem está vinculado a edital publicado (no caso, posso citar o INSS) ou na sua iminência de estar “na rua”. O calor se torna uma constante em todo o país, cuja temperatura alta é um grande obstáculo para concentração. Para quem precisa vencer os estudos com um ventilador, fica menos “atacado”. Para quem tem ar-condicionado, o refresco vem melhor.

O fato da cidade estar vazia (exceto para quem mora em alguma praia), deveria ser um ótimo motivo para privilegiar a leitura no seu silêncio predominante. Ocorre que muitos ficam deprimidos com este fato, pois os amigos e familiares partiram para as férias. Fotos de diversão alheia também fazem um mal quase insuperável, tornando-se numa inveja maldita que não quer passar…

Mas enfim, precisamos de um PLANO DE ESTUDOS que possa contornar um pouco todas estas condições. Então proponho algo também “mais leve” que sirva para objetivos mais fáceis de serem alcançados e cumpridos neste período e sem trauma.

Primeiramente, condicione os horários de estudos e de aplicação para o turno da manhã, momento menos quente do dia. Comece cedo para terminar cedo. Mais cedo, melhor. Um intervalo maior de recreação também ajudará entre dois períodos que podem ser divididos os estudos. Por exemplo.

  • Início dos estudos: 8:00.
  • Intervalo almoço: 12:00
  • Retomada dos estudos: 14:00
  • Término: 18:00.
  • TOTAL DE ESTUDOS: 8 horas brutas

É claro que há intervalos entre o período dos estudos de 10 a 15 min. Depois de 1 hora e 30 min. é um interessante ter estes intervalos. Mas por favor: FORA DO COMPUTADOR, especialmente, quem estuda precisando de um deles. O negócio é dar um volta, olhar a janela, beber algo, uma bolacha integral, enfim.

Seis da tarde, horário previsto para acabar os estudos, é dia ainda para a maioria das regiões do país, principalmente, onde há horário de verão. Assim, saia para caminhar, ir ao parque, num shopping e relaxe. FAÇA O “SEU” EXCLUSIVO VERÃO! Como se sabe, é um dos tantos mantras entre concurseiros: a dor da preparação é temporária, mas o cargo público é para sempre. Para os examinandos se pode dizer o mesmo.

Para quem trabalha durante este período, sugiro que invistam em resolver muitas questões de concursos anteriores (observada a banca e o cargo pretendido) e de exames passados na volta para casa ou antes mesmo de sair para labutar. Me deem 3 horas de questões resolvidas por dia e saberão que o resultado estará mais cedo que imaginam. Resolver questão parece ser mais produtivo que apenas leituras e traz soluções imediatas.

Professor, com este cronograma, estudo nos finais de semana? Porque não?? Mas vamos com calma. Deixe sábado como o dia de transição (portanto, estude apenas a metade de um dia útil) para o domingo, o dia do descanso total. Assim, é possível aproveitar a praia nos finais de semana, desde que os estudos lhe acompanhem até sábado. Deixe sábado, como opção, para um dia exclusivo para resolver questões. Misture as disciplinas para melhor RENDIMENTO.

Para quem tem dificuldades em estudar pela MANHÃ, opte pelo turno da MADRUGADA para fechar as 8 horas diárias. Também é um momento mais fresco do dia. Sugiro que aprenda a dormir por 6 horas por noite para incluir uma “siesta” diária após almoço de 30 min. a 1 hora. Estudos são unânimes em apontar que esta “dormidinha” antes da sessão da tarde ajuda a recuperar totalmente as baterias humanas, tornando o resto do dia muito melhor aproveitado. Veja bem: sua tarefa primordial é leitura e, portanto, concentração.

O descanso, assim, é ESSENCIAL, principalmente, nesta estação do ano. Beba muito sucos e água, coma de menos. Inclua frutas neste cardápio de concurseiro e examinando. Troque o café quente por chás gelados, pois ambos têm potencial de cafeína similar, ajudando no todo.

Lembre que este cronograma é para quem tem edital publicado ou na sua iminência de ser publicado ou que tem prova já marcada para janeiro, como é o caso da 2ª fase da OAB. Para quem irá enfrentar a 1ª fase da OAB (prova para março), pode até pegar mais leve, com 6 horas diárias, nada menos do que isso, porque teremos pela frente 60 dias de preparação, tempo mínimo para quem realmente quer ser aprovado com folga.

Por fim, pode ser que muitos irão reclamar que estudar 8 horas por dia em pleno verão é exagerado ou que não muda muito a rotina que vinha empregando. Pode ser, é verdade, mas “lá no fundo” não podemos negar: para quem pretende ser aprovado o mais rápido possível, não existe distinção de estações, porque tudo é “inverno”.

Publicado o edital para o INSS: análise e principais aspectos

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O tão aguardado edital para concurso do INSS finalmente saiu. São 950 vagas, cuja prova tem data provável para 15 de maio.

Como vocês já sabem, a banca é CESPE (ou CEBRASPE, como queiram).

Cliquem aqui para ter o conteúdo integral publicado no DOU.

Aqui trago os principais aspectos do edital para uma leitura rápida e segura. Ao que parece, o edital é praticamente o que era esperado diante do edital anterior. A grande decepção está que para o cargo de nível superior teremos apenas vagas para aqueles com formação em serviço social, limitando bastante o acesso.

O que estamos esperando em inscrições? Em 2013 tivemos concurso para ANALISTA em diversas áreas e eram 300 vagas e no total o INSS recebeu 164.209 inscrições. Já o último concurso para TÉCNICO (2011/2012) realizado pela FCC tivemos 904.459 concorrendo por uma das 1.500 vagas. Será que vamos superar 1 milhão de inscrições? Com esta crise e a expectativa, certamente!

Estes números podem gerar um efeito negativo devido à alta concorrência, mas pode contar que a GRANDE maioria entrará como mero expectador, que deixou para estudar às vésperas da prova. O negócio é “cair para dentro” do edital, porque a prova será apenas em MAIO. CINCO meses para se preparar e ser aprovado, mesmo que a concorrência já esteja há muito tempo estudando.

Por outro lado, quem começa a estudar agora elimina uma grande parte da carga emocional que carrega aqueles que estudando há mais de ano… Todos têm chances, é estudar e com qualidade!

  • CARGO 1: ANALISTA DO SEGURO SOCIAL COM FORMAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL: REMUNERAÇÃO: até R$ 7.496,09;
  • CARGO 2: TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL: REMUNERAÇÃO: até R$ 4.886,87.
  • TAXAS: a) nível superior: 80,00. b) nível médio: 65,00;
  • INSCRIÇÕES: entre 10 horas do dia 4 de janeiro de 2016 e 23 horas e 59 minutos do dia 22 de fevereiro de 2016, observado o horário oficial de Brasília/DF.
  • PROVAS OBJETIVAS: (P1) Objetiva Conhecimentos Básicos 50 questões e (P2) Objetiva Conhecimentos Específicos, 70 questões.
  • Cada prova objetiva será constituída de itens para julgamento, agrupados por comandos que deverão ser respeitados. O julgamento de cada item será CERTO ou ERRADO, de acordo com o(s) comando(s) a que se refere o item.
  • A nota em cada item das provas objetivas, feita com base nas marcações da folha de respostas, será igual a: 1,00 ponto, caso a resposta do candidato esteja em concordância com o gabarito oficial definitivo das provas; 1,00 ponto negativo, caso a resposta do candidato esteja em discordância com o gabarito oficial definitivo das provas; 0,00, caso não haja marcação ou haja marcação dupla (C e E).
  • CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA O CARGO DE ANALISTA DO SEGURO SOCIAL – FORMAÇÃO: SERVIÇO SOCIAL LÍNGUA PORTUGUESA; RACIOCÍNIO LÓGICO; NOÇÕES DE INFORMÁTICA; DIREITO CONSTITUCIONAL; DIREITO ADMINISTRATIVO; LEGISLAÇÃO PREVIDENCIÁRIA; LEGISLAÇÃO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL, SAÚDE DO(A) TRABALHADOR(A) E DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA;
  • CONHECIMENTOS BÁSICOS PARA O CARGO TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO; REGIME JURÍDICO ÚNICO; NOÇÕES DE DIREITO CONSTITUCIONAL; NOÇÕES DE DIREITO ADMINISTRATIVO; LÍNGUA PORTUGUESA; RACIOCÍNIO LÓGICO; NOÇÕES DE INFORMÁTICA;
  • CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PARA O CARGO TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL: SEGURIDADE SOCIAL;
  • SEGURIDADE SOCIAL: 1 Seguridade Social. 1.1 Origem e evolução legislativa no Brasil. 1.2 Conceituação. 1.3 Organização e princípios constitucionais. 2 Legislação Previdenciária. 2.1 Conteúdo, fontes, autonomia. 2.3 Aplicação das normas previdenciárias. 2.3.1 Vigência, hierarquia, interpretação e integração. 3 Regime Geral de Previdência Social. 3.1 Segurados obrigatórios. 3.2 Filiação e inscrição. 3.3 Conceito, características e abrangência: empregado, empregado doméstico, contribuinte individual, trabalhador avulso e segurado especial. 3.4 Segurado facultativo: conceito, características, filiação e inscrição. 3.5 Trabalhadores excluídos do Regime Geral. 4 Empresa e empregador doméstico: conceito previdenciário. 5 Financiamento da Seguridade Social. 5.1 Receitas da União. 5.2 Receitas das contribuições sociais: dos segurados, das empresas, do empregador doméstico, do produtor rural, do clube de futebol profissional, sobre a receita de concursos de prognósticos, receitas de outras fontes. 5.3 Salário-de-contribuição. 5.3.1 Conceito. 5.3.2 Parcelas integrantes e parcelas não-integrantes. 5.3.3 Limites mínimo e máximo. 5.3.4 Proporcionalidade. 5.3.5 Reajustamento. 5.4 Arrecadação e recolhimento das contribuições destinadas à seguridade social. 5.4.1 Competência do INSS e da Secretaria da Receita Federal do Brasil. 5.4.2 Obrigações da empresa e demais contribuintes. 5.4.3 Prazo de recolhimento. 5.4.4 Recolhimento fora do prazo: juros, multa e atualização monetária. 6 Decadência e prescrição. 7 Crimes contra a Seguridade Social. 8 Recurso das decisões administrativas. 9 Plano de Benefícios da Previdência Social: beneficiários, espécies de prestações, benefícios, disposições gerais e específicas, períodos de carência, salário-de-benefício, renda mensal do benefício, reajustamento do valor dos benefícios. 10 Manutenção, perda e restabelecimento da qualidade de segurado. 11 Lei nº 8.212/1991 e alterações. 12 Lei nº 8.213/1991 e alterações. 13 Decreto nº 3.048, de 06/05/1999 e alterações. 14 Lei de Assistência Social (LOAS): conteúdo; fontes e autonomia (Lei nº 8.742/1993 e Decreto nº 6.214/2007 e alterações).

Com que obra irei estudar? Segue a nossa sugestão, em PROMOÇÃO de 20%, clica na imagem:

Manual de Dicas INSS

Vídeo-dicas ao vivo e grátis para OAB e concursos!

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PassenaOAB_PERISCOPE

Recordo como fosse ontem quando cuidava de outro preparatório online e estávamos pesquisando de como transmitir ao vivo determinados eventos: a dificuldade tecnológica e cara nos venceu! Pois bem, corta para 2015. Aplicativos são lançados com o objetivo de transmitir AO VIVO imagem e som de conteúdo de seus usuários e seguidores. E o melhor: GRÁTIS.

Por isso, não poderíamos ficar de braços cruzados e deixar de aproveitar esta nova maneira de transmitir conteúdo para nossos seguidores, leitores e alunos. Portanto, a ideia é essa: vamos transmitir AO VIVO e GRÁTIS dicas de OAB e concursos públicos. Comentários, análise e tantas outras coisas, como sorteio de livros também, farão parte deste canal.

Como se faz para participar? Simples.

1- Baixe o app do PERISCOPE no seu celular ou tablet. No computador, parece que não precisa. É grátis. Tem no IOS como no ANDROID.

2- Procure nosso endereço: @blogpassenaoab

3- Comece a segui-lo como acontece no TWITTER. Pronto, é só consultar o nosso perfil nas redes sociais e no próprio PERISCOPE para saber quando haverá transmissão.

Se você perdeu a transmissão, manteremos os vídeos no ar até 24 HORAS, ok? E porque escolhemos o PERISCOPE e não outro aplicativo? Fizemos uma pesquisa nos principais sites de tecnologia e todos apontaram como o melhor dentre a concorrência.

Certamente, os vídeos serão marcados pela descontração, liberdade de opinião, gravados em diversos lugares e vamos evitar não estender o tempo de 10 minutos para não cansar. Por volta de 5 minutos é um tempo bastante razoável.

Já fizemos alguns testes e o próximo vídeo será no dia 5/11 às 14:30. Aguardamos vocês!!

Missão Aprovação: 10 histórias de sucesso em concursos!

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Missão Aprovação

É inegável ao conhecimento, principalmente, dos concurseiros, que a motivação é combustível para manter a “reclusão” aos estudos. Muitos se apegam à “fé” que um dia vai ser aprovado. Esta fé, diferente da Bíblia, é mais ao jeito do discípulo Tomé. Porque? Como se sabe, Tomé é o autor da expressão que atravessou séculos como “só acredito vendo”. E o concurseiro acredita que ser aprovado é possível, porque milhares de outros já assumiram algum cargo público e relataram de alguma forma ou de outra como conquistaram a sua vaga.

Portanto, de algum modo, todo concurseiro já “viu” (leu, ouviu, assistiu) que ser aprovado em concursos públicos não é um conto ou promessa ou mentira. Assim, todo concurseiro é uma representação de Tomé dos dias atuais.

Mas como fazer valer o que se acredita? E em quem acreditar? Por exemplo, William Douglas é o guru dos concurseiros. Foi pioneiro em compartilhar suas experiências com concursos públicos. Há tantos outros. Certamente, não basta “apenas” estudar: a cabeça tem que ir junto para preparação. Assim, motivação é a parte que ajuda neste quesito. E como se expressa? Geralmente, com testemunhos.

Pois bem, reunir 10 histórias de pessoas que venceram a batalha do concurso público e que não só se tornaram servidores públicos concursados, mas também tutores para novos concursandos é uma proposta bastante peculiar e inovadora, graças à experiência extensa e rica na preparação do prof. Otávio Piva, prefaciador da obra também.

Diante disso, reunimos uma seleção de vencedores. Mais do que isso, uma seleção de depoimentos de pessoas diferentes, com origens diferentes, mas que ao cabo de tudo chegaram no mesmo lugar: a aprovação em concurso. Outra distinção é que não são todos caminhos em concursos jurídicos, ao contrário, bastante mesclado, bem como as instituições que se tornaram agentes. A diversidade de regiões onde exercem suas funções também é relevante.

Todos, sem exceção, são didáticos ao trazer dicas de preparação, não só como se viraram para passar, mas também o que a experiência deles como professores em sala de aula ou com o contato direto com novos concurseiros agregou em seus trabalhos.

Mas não há trajetória de sucesso sem fracassos, e isso é uma conclusão nos relatos. Portanto, ninguém tem QI de Einstein ou teve a vida facilitada por qualquer motivo, o que torna mais real suas estórias. Certamente, você se identificará com diversas situações, o que servirá para alimentar a sua FÉ na aprovação.

Uma obra linda, motivacional e que recomendo muito. Leitura fácil e agradável que fixará sugestões para as armadilhas e encruzilhadas da vida de concurseiro. Em dezembro nas livrarias.

TRE-RS: edital publicado!

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Publicado hoje, 13/10, o tão esperado edital do TRE-RS! Seguem as informações principais do concurso:

  • Vagas para ANALISTA e TÉCNICO.
  • Banca CESPE
  • Analista Judiciário R$ 8.863,84 40 horas
  • Técnico Judiciário R$ 5.425,79 40 horas
  • Auxílio-alimentação: R$ 799,00 (para ambos)
  • Vagas? Basicamente, em cadastro de reserva
  • TAXAS: a) nível superior: R$ 90,00; b) nível médio: R$ 70,00.
  • Inscrições: dia 19 de outubro de 2015 ao dia 7 de novembro (observar horário)

Saiba mais, clicando qui, edital no íntegra.

Para este concurso, tanto ANALISTAS como para TÉCNICOS, sugerimos estas obras!

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Manual de Dicas - Analista

 

Analistas

Decisão do STF contrária aos interesses dos concurseiros e oabeiros

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justicaA notícia é um golpe duro contra os interesses dos concurseiros e oabeiros, e o pior, da nossa última instância, ou seja, STF. Vamos avaliar a decisão e entender como ela é péssima para todos nós.

Pois bem, o site do STF divulgou a notícia que o  “Judiciário não pode interferir em critérios fixados por banca examinadora de concurso“. De acordo com a Assessoria de Imprensa do STF, ex litteris:

“Os critérios adotados por banca examinadora de concurso não podem ser revistos pelo Poder Judiciário”. Esta tese de repercussão geral foi fixada pelo Plenário do  Supremo Tribunal Federal, em sessão nesta quinta-feira (23), no julgamento do Recurso Extraordinário (RE) 632853. Por maioria de votos, os ministros reafirmaram jurisprudência do Tribunal e assentaram que, apenas em casos de flagrante ilegalidade ou inconstitucionalidade, a Justiça poderá ingressar no mérito administrativo para rever critérios de correção e de avaliação impostos pela banca examinadora. A decisão terá efeito em, pelo menos, 196 processos sobrestados em tribunais de todo o país, que discutem o mesmo tema.

O recurso foi interposto pelo governo cearense contra acórdão proferido pelo Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE) que confirmou a anulação de 10 questões de concurso público, realizado em 2005, para preenchimento de vagas de enfermeiro no Programa Saúde da Família. Os candidatos alegavam que alguns dos itens impugnados possuíam mais de uma resposta correta e que existiam respostas baseadas em bibliografia que não constava do edital.

O relator do RE 632853, ministro Gilmar Mendes, ressaltou que a jurisprudência do STF é antiga no sentido de que o Poder Judiciário não pode realizar o controle jurisdicional sobre o mérito de questões de concurso público. O ministro destacou que a reserva de administração impede que o Judiciário substitua banca examinadora de concurso, por ser um espaço que não é suscetível de controle externo, a não ser nos casos de ilegalidade ou inconstitucionalidade. No entendimento do ministro, a jurisprudência do STF permite apenas que se verifique se o conteúdo das questões corresponde ao previsto no edital, sem entrar no mérito. Segundo ele, no caso dos autos, houve indevido ingresso do Judiciário na correção das provas.

Ao acompanhar o voto do relator, o ministro Teori Zavascki observou que a interferência do Judiciário em concursos públicos deve ser mínima, pois se os critérios da banca forem modificados com fundamento em reclamação de uma parcela dos candidatos, todos os outros concorrentes serão afetados, violando o princípio da isonomia. O ministro ressaltou que, ao determinar a correção de questões, especialmente em áreas fora do campo jurídico, o juiz precisaria substituir a banca por pessoa de sua escolha, pois não é especialista no assunto.

Ficou vencido o ministro Marco Aurélio, que não conhecia do recurso por entender que as teses sustentadas pelo governo do Ceará – interferência entre poderes e violação da isonomia – não foram examinadas pelo TJ-CE. No mérito o ministro também ficou vencido, pois considera ser possível questionar com maior abrangência a legitimidade de concurso público no Judiciário.

Já era sabido que o Judiciário não “metia a colher” na discussão sobre o gabarito de questões de provas e exames. A fundamentação sempre foi para preservar a independência dos Três Poderes. Em outras palavras, se o gabarito oficial era “alternativa C”, não seria o Judiciário que diria que o gabarito seria outra alternativa ou que a questão deveria ser anulada por qualquer razão que fosse.

Ocorre que a anulação não passa apenas por justificativa “material”, ou seja, erro da própria questão, cujo fundamento pode ser interpretativo, justificável por razões, ou porque tem duas alternativas corretas ou nenhuma ou porque a resposta é outra alternativa. Por outro lado, a justificativa “formal” está na falta da previsão do conteúdo da questão no edital ou porque houve erro de impressão ou digitação da prova.

De acordo com a decisão acima, é possível destacar esta distinção nas razões dos Ministros, o que poderá proteger em futuras ações quando houver erro formal (“a jurisprudência do STF permite apenas que se verifique se o conteúdo das questões corresponde ao previsto no edital, sem entrar no mérito”).

As duas dificuldades que encontro nesta decisão e que afetará as futuras decisões dos tribunais de 2º grau e juízes locais, são as seguintes:

1- Retrocesso na interferência judicial. Havia um movimento já no Judiciário que sim, ele poderia exigir coerência dos gabaritos oficiais, portanto, entrar no mérito das questões quando fosse, principalmente, evidente o erro material. Conforme dito acima, preferiu-se agarrar à “jurisprudência antiga do STF” para avaliar este quesito na contramão do que muitos já estavam julgando, inclusive, nos tribunais, inclusive neste caso, pois quem entrou com recurso extraordinário foi o governo do Ceará que tinha perdido no TJ/CE.

2- Descabida alegação de desconhecimento. No momento em que os juízes preferem “não julgar” (mas julgam) porque a “correção de questões, especialmente em áreas fora do campo jurídico, o juiz precisaria substituir a banca por pessoa de sua escolha, pois não é especialista no assunto”, realmente, não há o que fazer além de espernear… Ora, todo julgamento requer preparação e estudos. Se sou juiz e não conheço do assunto, vou buscar compreendê-lo ou, pelo menos, ler as razões das partes que procuraram o Judiciário e creditar numa delas como a melhor (ou a verdadeira). Sinceramente, achei esta “saída pela tangente” como descabida.

Não só os 196 processos sobrestados terão o resultado negativo para quem pleiteia “justiça” nas correções, mas muitos outros poderão ter o mesmo destino: a porta fechada do Judiciário para reclamar das decisões “supremas” das bancas organizadoras. Estamos à mercê dos equívocos dos concursos e exame da OAB.

Não tenho tempo para estudar. O que fazer?

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tempo

“Tempo” creio que num futuro breve será muito mais valioso do que dinheiro, quebrando a velha diretriz que “time is money”. Então, o que fazer quando não se tem justamente tempo? E para quem está se preparando para “ter tempo” para concursos e exame da OAB, pior fica a situação.

Para ilustrar, trago um depoimento e pedido de ajuda.

“Irei prestar pela primeira vez o Exame da Ordem no final do ano, estou com inúmeras duvidas de como planejar meus estudos, por exemplo, quando ler jurisprudências, assistir videos aulas, ler as leis, sumulas, fazer resumos, resolver exercícios. Faço estágio em dois turnos e faculdade a noite, então só tenho tempo aos finais de semana. Meu rendimento é muito ruim de madrugada, então por isso não estudo esse horário, já tentei, porém, meu rendimento não foi bom”.

Como não é todo mundo que tem a sorte de ter a disponibilidade do tempo que for preciso, é comum que o acadêmico de Direito (e de outras faculdades) façam durante o dia um estágio (ou trabalham nos turnos manhã e tarde) e à noite estão na faculdade. Portanto, que horas vou estudar?

Tenho dito nestes casos que se temos apenas os finais de semana para estudar, é neles que vamos juntar todos os esforços. Minha sugestão para OAB é angariar fôlego para tocar 5 disciplinas num final de semana. Assim, em 3 finais de semana você terá passado por 15 de 17 disciplinas da prova. Na pior das hipóteses, 4 disciplinas por final de semana em 4 semanas. É algo do que se diz, MÉTODO 4X4.

Este MÉTODO 4X4 leva a 16 disciplinas ao final, deixando ÉTICA para resolver num tempo próprio para ela, visto que é a mais requisitada no exame com 10 questões. Também pode ser aplicado aos “concurseiros de final de semana”.

E quando vou resolver questões? Durante a semana, após a longa jornada de trabalho, estágio e faculdade. Veja que é o momento apropriado para tal aventura, pois você estará totalmente esgotado. No mínimo, resolver questões gera curiosidade suficiente em ressuscitar até defunto. E o cansaço faz parte de qualquer prova que tenha mais de 80 questões  para serem resolvidas. Então, PENSAR em momento de esgotamento é um ótimo teste também de RESISTÊNCIA.

Outra preocupação apontada pelo leitor é sobre a leitura de JURISPRUDÊNCIA e LEGISLAÇÃO. Se você realmente não tem tempo para qualquer leitura, sugiro que estude por LIVROS ESPECÍFICOS PARA OAB, onde dentro do contexto do conteúdo já tem a citação de súmulas dos tribunais superiores bem como da legislação pertinente. Para quem NÃO TEM TEMPO, não dá para se dar o “luxo” de pesquisar, ou fazer resumos, tem que receber o material “mastigadinho”.

Referente às vídeoaulas, para quem NÃO TEM TEMPO, realmente, fica muito difícil acompanhar. Minha sugestão é consultar o YOUTUBE quando houver dúvidas, colocar a palavra-chave no sistema de procura e ZAP, certamente, você encontrará alguma coisa boa e grátis.

Como também não tenho mais tempo para escrever este post, pois já são três dias em cima deste texto, faça dele um ÓTIMO uso dentro do tempo que lhe resta!

5 motivos para resolver questões de provas anteriores!

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bart_2Num episódio dos Simpsons, Bart se gaba para sua irmã mais nova, Lisa, que tinha tirado numa prova nota “A”, porque ao repetir o ano, um castigo provisório que o diretor Skinner impôs, ele tinha decorado os gabaritos das provas que tinha resolvido. Não tão de forma exagerada, resolver provas anteriores de um concurso ou da OAB seria “quase” isso.

Passo, então, a elencar 5 benefícios em resolver questões de provas que antecederam àquela que você está se preparando ou gostaria de enfrentar.

1- Conhecendo a banca. Por exemplo, você resolveu fazer um concurso cuja banca escolhida foi a CESPE e, até então, jamais você viu uma prova de tal organizadora. Há uma piada sobre isso que corre os corredores. Uma loira (mas poderia ser uma morena, ruiva, ou um rapaz) chega no cursinho, depois da prova, muito desconfiada e diz ao seu professor que a prova dela, realizada pela CESPE, tinha um erro de impressão, pois só tinha as alternativas “C” e “E” nas questões… Portanto, nada mais certo que observar o “estilo” da banca de cobrança, e melhor caminho é resolver questões anteriores.

2- Analisando o edital. Certo que você não terá tempo para estudar TODO o edital. Geralmente, em Direito, o pessoal inclui todos os capítulos de um código para exigir apenas uma ou duas questões sobre o assunto. Como equacionar isso? Ao realizar provas anteriores, é possível observar que determinados temas se repetem e outros são totalmente ignorados. Então, quanto maior o número de provas, maior certeza seus estudos poderão ser apontados. É claro, sempre há um risco de você deixar algo de fora dos seus estudos, mas ao menos aquilo que já caiu ou sempre cai poderá acentuar sua preparação para temas que talvez você nem chegaria a estudar.

3- Autoteste. Já conheci muitos alunos que apostei todas as minhas fichas que eles seriam aprovados, no entanto, não foram. Descobri que só posso garantir tal previsão se o aluno me mostrar seus índices de acertos constantes (e não eventuais). Como fazer isso? Testando-se, especialmente, por provas anteriores. Os simulados ajudam, é claro, mas nada como resolver questões que já foram alvo das bancas. Este exercício se compara com aquele dos atletas profissionais, que precisam praticar todos os dias para manter ou alcançar uma performance desejável.

4- Momento de descontração. Sim, resolver questões é mais “gostoso” do que passar horas lendo, lendo, assistindo a aulas chatas, inclusive como forma para relaxar do stress pré-prova. Aconselho a muitos, que detestam estudar nos finais de semana, reservar este período para resolver questões como muitos fazem palavras-cruzadas. E ao resolver as questões você ao mesmo tempo está aprendendo, compreendendo a matéria que lhe é imposta em prova. Claro que você, ao errar uma questão, precisa parar e entender da razão do seu erro, caso contrário, não adiantará você, simplesmente, ignorar a sua dúvida.

5- A ciência diz. Uma pesquisa publicada em janeiro de 2013 pela revista Psychological Science in the Public Interest afirmou que dentre de 10 métodos de estudos avaliados, resolver testes é um dos dois mais eficientes ao lado da preparação constante e prévia (ou seja, não se preparar na véspera da prova). Chega a ser até DUAS VEZES mais eficiente que os outros métodos!

Poderíamos chegar, então, quase à tática do Bart em decorar as respostas das questões, pois também sabemos que o banco de questões das instituições não é infinito e nem pode ser com tantas provas por aí. E a cada dia fica mais comum, concurseiros encontrarem questões repetidas entre provas do mesmo cargo ou dentro da própria banca. A própria FGV já “provou” deste veneno em provas da OAB.

Assim, concluí-se que é impensável hoje o concurseiro ou examinando deixar de lado a realização de questões se quer realmente ser aprovado e classificado entre os primeiros, pois uma coisa é certo: o Bart tinha razão!

Diante disso, indico duas obras de questões comentadas que farão a alegria de todos!

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28.957 Cargos em concursos públicos para 2015!

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De acordo com uma reportagem do jornal gaúcho Zero Hora – ZH publicada hoje, apenas para o âmbito federal estão previstos 28.957 cargos conforme a LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015, observado que não estão incluídos na conta as demissões e aposentadoria. O número é superior de 2014, que tinha a previsão de cerca de 20 mil cargos.

Segundo a matéria do jornal:

  • 13.974 são para o Poder Executivo
  • 15 mil para área da Justiça: tribunais (9.177), defensoria pública (3.897) e MPU (1.879).

Para o Poder Executivo, estão sendo esperados concursos para o BACEN, RECEITA FEDERAL (cerca de 2 mil vagas), Ministério da Fazenda, INSS (quase 5 mil, nível médio e superior), IBGE (cerca de 1 mil vagas). Ainda de acordo com ZH, 1,5 milhão é o número esperado de inscritos para INSS e Receita Federal.

Você quer uma opinião sobre como enfrentar tantos concursos? O livro Passe em Concursos Públicos 11 mil Questões Comentadas abrange mais de 30 disciplinas, 250 provas de concursos, 70 bancas organizadoras e 70% das provas a partir de 2010, incluindo nível médio e superior. Todas as questões estão numeradas. Mais informações, clique aqui.

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Anulada questão de concurso pelo Judiciário

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concurso_Não é todo o dia que se encontra uma (ótima) notícia como essas! Pois como todo mundo sabe, o Judiciário “não gosta” de dar pitacos em questões de concursos, tendo em vista a separação dos Poderes (a fundamentação mais ampla e corriqueira). O que se encontra no catálogo jurisprudencial é referente às regras de edital, geralmente, infringidas pela Administração.

Por outro lado, a notícia que se tem, baseada no portal Espaço Vital, é que foi anulada questão pelo TJRS de concurso da Receita Estadual do RS porque “demonstrada a violação do direito líquido e certo da certamista, em razão da exigência de conteúdo que desbordava da previsão editalícia, ferindo o principio da vinculação ao edital“.

Segundo consta, “os desembargadores concluíram que a questão nº 6 do bloco 02 da prova, ao indagar os candidatos acerca do tema “Intervenção”, previsto no Capítulo VI do Título III da Constituição Federal – da organização do Estado -, desvinculou-se do edital de abertura, na medida em que previsto textualmente fazer parte da matéria, no item Organização do Estado, apenas organização político-administrativa e competência legislativa e concorrente”.

Ou seja, a prova não pode cobrar mais do que diz o edital. Esse tipo de erro é comum, mas não muitos têm coragem de enfrentar os caminhos jurídicos por diversas razões, entre elas, a financeira ou pelo temor de ficar “tachado” em fases subsequentes do concurso.

Então, um bom concurseiro que se preze é quem conhece muito bem o seu edital.

Basta chutar na letra ‘A’ para ser aprovado!

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Causou comoção a divulgação do gabarito para concurso de fiscal de receitas do município de Campina Grande, Paraíba: as 25 primeiras alternativas corretas eram “letra A” de 40. Não acredita? Clique aqui. Não só para esse cargo, pesquisei outros, como farmacêutico e BINGO! As 25 primeiras letra A. De nutricionista, pior, as 27 primeiras. Médico anestesista, também as 25 primeiras, todas letra A.

Enfim, a “síndrome da letra A”. Todas as questões de português e raciocínio lógico, disciplinas comuns de todos os cargos tiveram como resposta correta alternativa A.

O pior é que a realizadora do concurso é a Universidade Estadual da Paraíba, portanto, não é qualquer organizadora.

Pior fica é que seis anos atrás a justiça federal suspendeu um concurso porque a resposta certa para TODAS as alternativas da prova para o concurso da Escola Agrotécnica Federal, na cidade de Belo Jardim (PE) tinham a mesma resposta, “alternativa A” (fonte).

A gente acha que já viu tudo, mas sempre é surpreendido. Vamos aguardar os próximos passos da organizadora, enquanto isso, veja o gabarito abaixo:

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O curso de Direito em decadência? Veja os números!

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1291598544_144307528_1-Advogado-Trabalhista-Metro-Republica-SP-Republica-1291598544Pela primeira vez, em uma década, o curso de Direito tem uma queda de alunos formados anualmente. A informação é da Folha. A redução não atingiu apenas os alunos de Direito, mas também em Administração: os dois cursos representam juntos 23% das formaturas anuais em todo o país.

De acordo com a reportagem, apesar da queda ter sido pequena, cerca de 3% entre 2012 (97,9 mil alunos) e 2013 (95 mil), ela é inédita. O patamar de 2013 é praticamente o mesmo de 2011, cerca de 95 mil graduados. Em 2010, 91 mil.

Interessante observar que nos últimos anos, mesmo com a fiscalização pesada da OAB referente à abertura de novos cursos de Direito, sabe-se que o número de faculdades não caiu, mas aumentou, como também a graduação está cada vez mais ficando concentrada nas mãos de poucos conglomerados empresariais, vide a compra da Anhanguera pela Kroton por exemplo.

Dias atrás, a Universidade Federal do RS – UFRGS divulgou o ranking dos 10 cursos com maior concorrência para o seu vestibular. Pela 1ª vez, o direito não deu as caras! O curso diurno tinha cerca de 15 concorrentes por vaga e o noturno, cerca de 11. Esse padrão enfrentei quando entrei na PUCRS em 1992! Não sei como está nos dias atuais, apesar de ser a “melhor universidade privada do país” segundo a Folha, mas o certo é que há muitas privadas que basta fazer uma redação para conseguir o ingresso em vestibular agendado e sempre sobra vagas para Direito.

Já li que o exame de ordem seria um dos “fatores” que muitos estão deixando de ingressar no direito, mas creio, conforme está na matéria citada, os cursos tecnológicos, além de serem mais rápidos e baratos, tem oferecido o que procuravam anos atrás quem ingressava em ciências jurídicas e sociais: um diploma. A cultura também do concurso público, para qual o bacharel em direito teria melhores condições em concorrência com outros em vagas para nível superior não se confirma mais diante de tantos preparatórios, nivelando por “cima” o grau de dificuldade.

Pois bem, para encerrar, para mim fica claro que o curso não atrai mais pela triste realidade – da maioria – de formados em Direito, seja à mercê da aprovação na OAB (estima-se 5 milhões de bacharéis), seja às dificuldades da advocacia privada, seja à grande concorrência e maratona para aprovação em concursos públicos.

Por outro lado, leio que “em quatro anos, números de escritórios de advocacia devem mais do que dobrar, aponta pesquisa” (fonte, clique aqui). E continua “Em 2018, a quantidade de advogados passará de 776 mil (hoje) para 1,1 milhão. Já o número de escritórios deverá crescer dos atuais 43 mil para 102 mil. De acordo com o estudo, os serviços de aconselhamento, análises de riscos e leitura estratégica para negócios deverão manter o crescimento da careira jurídica no país. Em relação ao número de cursos de Direito, hoje existem 1.210 cursos de Direito no Brasil, com cerca de 900 mil estudantes. Daqui a quatro anos, deverão chegar a 1.315 cursos, com 1,4 milhão de alunos”.

Não era para ser engraçado, mas quando o universitário ingressa na faculdade de Direito quer tentar “concurso” para ser Ministro do STF. Lá no 2º semestre, juiz de cidadezinha do interior estaria ótimo, quem sabe promotor. No 5º, acha que delegado está dentro da realidade, talvez inspetor de polícia. No 7º, analista de tribunal acha bacana, mas pensa em fazer prova também de técnico de tribunal. No 9º, porque não tentar carreira de um banco público? No último, o que vier é lucro.

Agente da Polícia Federal: publicado edital!

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Pois bem, um dos concursos mais esperados teve seu edital publicado hoje no DOU. O concurso público visa ao provimento de 600 vagas no cargo de Agente de Polícia Federal nos quadros da Polícia Federal. Para quem ainda não sabia, a banca escolhida era a CESPE.

REQUISITO: diploma de conclusão de curso nível superior, qualquer que seja.

REMUNERAÇÃO: R$ 7.514,33.

JORNADA DE TRABALHO: 40 horas semanais.

INSCRIÇÕES: Será admitida a inscrição somente via internet, no endereço eletrônico (clique aqui) , solicitada no período entre 10 horas do dia 6 de outubro de 2014 e 23 horas e 59 minutos do dia 26 de outubro de 2014, observado o horário oficial de Brasília/DF.

PROVAS: A prova objetiva e a prova discursiva terão a duração de 5 horas e serão aplicadas na data provável de 21 de dezembro de 2014, no turno da tarde.

 

Conheça todo o edital, clicando aqui.

Portanto, temos aí pela frente um pouco mais de dois meses de preparação rápida e intensiva.

Sugiro para enfrentar esse concurso e o batalhão de candidatos, um dos cursos mais populares e referência nacional para área POLICIAL, o Curso Agora Eu Passo, 100% online e atualizado com o edital, onde só tem feras nas disciplinas objeto de prova. São 720 HORAS de aulas – um MEGA CURSO – e está em valores promocionais de R$ 599,00 por R$ 359,40. Inclui MUITAS QUESTÕES no estilo CESPE. Maiores detalhes, clique na imagem abaixo.

E o livro que você irá se preparar? Isso também não temos dúvidas! Nos próximos dias estará nas livrarias de todo o país o lançamento do ano: Manual de Dicas – Carreiras Policiais pela Editora Saraiva. Uma abordagem diferenciada, sem perder tempo com texto que não cai em prova, pois o conteúdo dessa coleção privilegia a pesquisa do que já caiu em provas anteriores. Portanto, aqui está o BÁSICO que ou já esteve ou que se repetirá nessa prova de 2014. E as DICAS MAIS QUENTES são etiquetadas para chamar a atenção do concurseiro!

Concurseiros: o problema do tempo mínimo de atividade jurídica

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Um dos temas que os concurseiros mais buscam socorro aqui no blog é a respeito da atividade jurídica, pré-requisito para grande maioria das carreiras judiciárias, seja para saber quanto tempo exige tal cargo, seja para saber qual atividade merece consideração como “jurídica”.

O portal Migalhas publicou dias atrás uma decisão do TRF da 3ª Região para alegrar a turma: “o tempo de serviço exercido como auxiliar judiciário federal, cargo não privativo de bacharel em Direito, vale para comprovação de prática forense ou de exercício de cargo, função ou emprego público privativo de bacharel em Direito” [clique aqui].

De acordo com a reportagem, “com esse entendimento, o desembargador federal Johonsom di Salvo, do TRF da 3ª região, manteve decisão de 1º grau que permitiu a participação de candidatos em concurso público realizado pela Escola de Administração Fazendária para o cargo de Procurador da Fazenda Nacional”.

E continua: “segundo o magistrado, a sentença afastou a exigência de comprovação da prática forense no momento da inscrição do certame, de acordo com o entendimento da súmula 266 do STJ, segundo a qual o diploma ou habilitação legal para o exercício do cargo deve ser exigido na posse e não na inscrição para o concurso público”.

De acordo com a decisão, “O STJ já pacificou o entendimento de que o conceito de prática forense deve ser compreendido em seu sentido mais amplo, ou seja, não apenas a obtida por meio do exercício da advocacia ou de cargo, função ou emprego público privativo de bacharel em Direito, abarcando outras atividades que impliquem na utilização de conhecimento jurídicos.”

No caso que foi julgado, segundo consta, os recorrentes, apesar de serem bacharéis em Direito, conseguiram provar que eram servidores da Justiça Federal de SP, lotados no cargo de auxiliar judiciário em vara cível há mais de dois anos, apesar do cargo não ser privativo ao requisito de bacharelado em Direito, e sim, para nível médio.

Sobre a outra dúvida, lá em 2012 postei um artigo Lista de Concursos que exigem atividade jurídica . Confere lá uma lista que fiz, além dos comentários que complementam o artigo.

ps. a “bíblia” de questões comentadas para concursos públicos está em SUPER promoção no site da AMAZON brasileira. Sim, agora ela vende livros físicos. De R$ 285,10 por apenas R$ 116,36 e com FRETE GRÁTIS. Basta clicar na capa abaixo e bons estudos!

Concurso para Assessor do MP/RS. Inscrições abertas!

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Publicado o edital para o preenchimento de 18 vagas para Assessor do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Confira, clicando aqui. A remuneração anunciada é R$ 9.897,27.

A prova será realizada pelo próprio Ministério Público e deverá ser aplicada antes de dezembro, visto que a homologação das inscrições ocorrerá ainda em outubro.

Além de 50 questões objetivas de Direito, também estão previstas 20 questões de Português e 10 de Informática e mais 5 questões dissertativas também de Direito. A boa notícia, para quem detesta informática é que a prova é apenas classificatória e o peso é apenas 0,5.

Basta para concorrer ao cargo ser bacharel em Direito sem qualquer outro requisito como, p.ex., experiência prévia.

Portanto, grande oportunidade!

Indicamos duas obras para enfrentar esse concurso, a seguir:

 

Concurso para Defensor Público do RS: edital publicado!

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BUEMBA! BUEMBA! Edital publicado para Defensoria Pública do RS! 28 (vinte e oito) vagas existentes, cuja remuneração do cargo de Defensor Público de Classe Inicial é de R$ 19.383,88 (dezenove mil, trezentos e oitenta e três reais e oitenta e oito centavos).

Banca é FCC.

Entre os requisitos de praxe, atente-se:

  • haver exercido atividade jurídica pelo período mínimo de 3 (três) anos, contados até a data da posse, considerando-se atividade jurídica; 1. o exercício habitual da advocacia, nos termos do art. 10, § 2º, da Lei Federal nº 8.906/94; 2. o desempenho de cargo, emprego ou da função de nível superior, envolvendo atividades eminentemente jurídicas, privativas de Bacharel em Direito; 3. o cumprimento de estágio oficial de Direito, anterior ou posterior à colação de grau, observados os atos normativos do órgão concedente até a edição da Lei Federal nº 11.788/08, e a regulamentação legal superveniente à vigência desta lei.

As inscrições preliminares ao Concurso serão realizadas exclusivamente via Internet, no período de 10h do dia 05/08/2014 às 14h do dia 03/09/2014 (horário de Brasília).

A primeira prova, a PROVA OBJETIVA, será aplicada no dia 12/10/2014 (domingo), com duração de 4 horas e serão 100 (cem)questões objetivas, com cinco alternativas cada uma, sendo 85 (oitenta e cinco) de Conhecimentos Jurídicos e 15 (quinze) de Língua Portuguesa.

O edital completo, clique aqui.

E os livros que você irá se preparar são esses, um de questões comentadas (e que traz a última prova da DPE-RS pela banca FCC) e um de teoria unificada. Bons estudos!

 

 

 

 

Sua preparação para OAB e concursos é germânica ou brasileira? Confira!

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Com o fim da Copa fica mais fácil encararmos as diferenças entre as seleções de futebol da Alemanha, campeã, e do nosso Brasil, 4º lugar, cujas derrotas somaram dez gols sofridos.

Quando trato de diferenças, estamos falando sobre como foram as preparações prévias dessas equipes para essa Copa de 2014.

Mesmo se você passou longe dos noticiários, certamente, já ouviu – mesmo que de forma superficial – de terceiros como foi o desenvolvimento dessas seleções. Pois bem, em especial, uma premissa: toda derrota, ao menos, deveria servir para se conhecer os motivos e tentar superá-los numa próxima ocasião.

A seleção da Alemanha perdeu para nós em 2002 a final, onde conquistamos o penta. Foi a 3ª colocada em 2006, onde realizou em seu país a Copa, mesma colocação em 2010. Durante esse período, estabeleceu-se importantes mudanças de atitude e na forma de encarar o futebol. Não só paixão, como nós brasileiros consideramos, mas correu atrás da ciência, de pesquisas, da tecnologia e na formação humana de seus conterrâneos.

No Brasil, construiu o seu próprio centro de treinamentos e alojamentos e que estavam prontos bem antes de muitos investidos pelos times brasileiros para receber as seleções.

Enquanto isso, nossa seleção foi tomada, mais uma vez, pela paixão e pelo improviso. Muito se especulou a falta de treinamentos durante a Copa, ao contrário, p.ex., dos alemães. E sempre houve uma desculpa ou uma resposta para abonar as próprias deficiências ou falhas, mesmo que não admitidas.

Na Alemanha jamais se destacou algum ou outro craque como fizemos questão de enaltecer Neymar Jr. O conjunto sempre foi o mais importante para os alemães.

Desses fatos, podemos pensar para nossos estudos, seja para OAB, seja para concursos públicos. Nossa preparação tem sido na “pegada germânica” ou apenas na “vontade brasileira”? Reflita comigo.

A organização jamais será vencida apenas pela força de vontade. Os treinos, a resolução de questões de provas anteriores é fator indispensável para quem pretende vencer contra candidatos que disputam a sua Copa concurseira. Conhecer o adversário à exaustão também é motivo para resolver questões, bem como examinar editais e programas anteriores e compará-los com o que realmente cai em prova.

Não adianta escolher um craque nos seus estudos, pois todas as disciplinas precisarão atuar em equipe, buscando alcançar pontuação máxima possível. Enquanto isso, o seu centro de treinamentos precisa estar pronto bem antes dos editais, para receber sua preparação de forma profissional, atenta e com o foco necessário.

E se você não vencer, não caia na fácil tentação de trocar de técnico imediatamente, a Alemanha investe no seu treinador desde 2006, pois acreditou, como nós, que os resultados serão alcançados mais cedo ou mais tarde, desde que cada derrota seja motivo para superar o que não foi vencido com mais esforços e investimentos.

O improviso somente levará para o insucesso, pois cada vez mais os candidatos estão se especializando e observando os grandes vencedores de como chegaram lá. Fica a lição germânica de gerenciamento através do ciclo PDCA (sigla em inglês para o português, Planejar, Executar, Verificar e Agir).

Não há mais nada moderno do que isso e, assim, precisamos aprender que só com “foco, fé e força” chegaremos sempre depois do que os primeiros. Se funcionava no passado, hoje precisamos ter a preparação calculada e testada da Alemanha. Qual é a sua?

[ATUALIZADO]

Inspirado nesse texto, foi publicado um artigo na revista Exame online. Leia mais, clicando aqui.

Defensoria: 3 concursos abertos! PR, MG e RJ

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Coisa rara de acontecer, principalmente, tratando-se para carreira de defensor público. Explico. Diferente das outras carreiras, os Estados, responsáveis por estabelecer em seus domínios, são muito tímidos ainda quanto ao ingresso de defensores públicos, diferente, p.ex., dos procuradores.

Santa Catarina, p.ex., somente em 2012 teve a sua 1ª seleção apesar da CF ser de 1988 e exigir a instalação da defensoria em cada estado desde aquela época.

Imaginem, então, dois [atualizado] TRÊS concursos para defensoria pública estadual com inscrições simultâneas! No PR é apenas o 2º, já no RJ, o 25º concurso. [atualizado] E MG é o 7º! Vamos às informações.

  • PR – 129 VAGAS
  • RJ – 26 VAGAS
  • MG – 100 VAGAS

Em ambos é necessário 2 anos de prática e inscrição na OAB.

Com qual material você irá estudar? Isso é fácil:

Polêmica: o mercado da aprovação em concursos.

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Não é de hoje esse problema, mas com a publicação da lista de aprovados do concurso da CEF dias atrás, fiquei sabendo de casos sérios que mancham o mercado de cursos preparatórios e que exemplificam a ganância pelos resultados alheios.

Todo mundo sabe (e presta atenção) na divulgação através dos cursos preparatórios do quadro classificatório de seus alunos, dividindo, assim, a conquista do cargo público. Esse marketing é decisivo para muitos escolherem onde gastarão seus preciosos reais.

E a expectativa tem lógica: se os alunos do curso Y conquistaram os primeiros lugares, certamente, estavam mais bem preparados do que a concorrência.

Ocorre que os cursos X e Z, cujos alunos não tiveram tanto êxito assim, não podem ficar para trás e para tanto, vasculham no seu sistema a lista de todos os seus ex-alunos, não importando que preparatório tenham realizado.

Diante desse lista e dos aprovados (e melhores classificados) de determinado concurso é possível coletar alguns nomes de concurseiros e que se transformarão em “estatística” ou em nominata para fins de divulgação.

Estórias como de sicrana, que passou em 1º lugar em determinada região para concurso da CEF porque foi aluna do curso Y, mas que teve sua vitória atribuída ao curso X, pois lá quando descobriram o Brasil fez um preparatório para corte e costura de uma semana sem êxito. No entanto, para o curso X, “ela foi aluna”.

Tem a estória do fulano, também 1º lugar, e que recebeu um telefonema do curso Z para “ceder” a sua classificação para efeitos de divulgação em troca de qualquer preparatório que quisesse frequentar de forma gratuita dali para frente.

Por fim, o caso do beltrano, primeiríssimo lugar, e que teve sua vitória atribuída ao curso W, mas a qual não imaginava que era um preparatório, pois o máximo que fez foi ter comprado sua apostila num site de compras coletivas.

O mercado da aprovação também não é fácil. Então como ter certeza que os cursinhos estão dizendo a verdade? Bem, nesses casos sou como o apóstolo Thomé, só acredito vendo, por isso, só vou acreditar se a foto (ou vídeo, melhor ainda) do aluno aparecer na divulgação, pois no mínimo que se espera é que ele tenha dado permissão na distribuição da imagem.

E ter certeza que o aluno não se deixou vender? Daí, meus amigos, fica muito complicado num país como o nosso, sem corrupção nem falcatruas.

ps. deixei de divulgar os nomes dos cursos, mesmo com o depoimento dos aprovados, porque me ofereceram malas de dinheiro para ficar quieto. Como vieram vazias, contei pela metade das estórias, já que as malas vieram de brinde… ;)

5 livros para Técnico e Analista de tribunais

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Sem dúvida alguma, as carreiras de técnicos e analistas para qualquer especialidade (ou sem) de tribunais federais (TRF, TRT, TRE) e estaduais (TJ) são aquelas que mais têm oportunidades de concursos públicos por ano no país.

Além dessa vantagem, há diversas outras a considerar:

- a remuneração para técnico (nível médio) é por volta de R$ 5 mil reais; para analista (superior), R$ 8 mil reais.

- as provas normalmente desses cargos são aplicadas em turnos ou dias distintos, abrindo oportunidade para o pessoal de nível superior também “arriscar” uma vaga na nível médio.

- as bancas são praticamente as mesmas ou se “revezam”, ou é a FCC ou é o CESPE. Em raras exceções aparecem outras, facilitando quem viaja pelo país tentando uma vaguinha e para quem foca os estudos com provas anteriores.

- ainda o conteúdo não é dos mais extensos e as disciplinas “básicas” seguem em praticamente todos.

Com as inscrições abertas para o TRF da 4ª, p.ex., vamos indicar 5 obras que poderão lhe trazer a tão sonhada vaga no serviço público.

  • Questões comentadas

Duas obras nós indicamos nesse segmento.

- Coleção Concursos – Técnico e Analista – Questões Comentadas. Ed. Saraiva. Coord. Fábio Vieira e Marcelo Cometti. 1.455 páginas. R$ 159,00.

As questões estão divididas por disciplinas e destacadas em duas partes, uma para técnico, outra para Analista. Os comentários não ficam junto com as questões para evitar que o leitor se apoie neles para responder. São mais de 30 disciplinas. De acordo com o objetivo da obra, atende também concursos para MP, MPU, ANATEL e PGJ.

Segue o link, clique aqui. [em promoção R$ 111,30]

- Coleção Passe em Concursos Públicos – Analistas de Tribunais – Questões Comentadas. Ed. Saraiva. Coord. Marcelo Hugo da Rocha. 472 páginas. R$ 79,50.

A obra atende somente aos concursos para Analistas, mas também tem questões para STF, STJ, TSE e TST. São treze disciplinas jurídicas. Os comentários ficam junto com as questões e são mais extensos.

Segue o link, clique aqui. [em promoção, R$ 55,60]

  • Teoria unificada

Aqui são três obras para todos os gostos e que indicamos.

- Coleção Passe em Concursos Públicos – Nível Médio – Principais disciplinas. Ed. Saraiva. Coord. Marcelo Hugo da Rocha e Licínia Rossi. 900 páginas. R$ 129,00

A obra apresenta como diz, apresenta as principais disciplinas em concursos nível médio, incluindo para técnico de tribunais. Além das matérias jurídicas, traz informática, matemática e raciocínio lógico e português. A estrutura da obra preza para fixação do conteúdo com o uso de diversos recursos linguísticos.

Segue o link, clique aqui. [em promoção R$ 90,30]

Coleção Concursos – Técnico e Analista – Teoria unificada. Ed. Saraiva. Coord. Fábio Vieira e Marcelo Cometti. 956 páginas. R$ 159,00

No mesmo formato “livrão” da obra de questões comentadas, essa de teoria unificada completa com aquela, apesar de trazer menos disciplinas. Também explora recursos de fixação como quadros sinóticos e além das matérias jurídicas, há português, informática, matemática e raciocínio lógico.

Segue o link, clique aqui. [em promoção R$ 111,30]

- Coleção Passe em Concursos Públicos – Manual de Dicas – Analistas de Tribunais. Ed. Saraiva. Coord. Marcelo Hugo da Rocha. 353 páginas. R$ 73,10

Um pouco diferente das duas obras anteriores, esse livro apresenta a teoria em formato de dicas, em discurso direto, buscando apresentar o conteúdo de forma mais leve e baseado na incidência das questões dos concursos para analistas. Atende também Ministério Público e Defensorias Públicas. Inclui português, raciocínio lógico, informática e legislação especial, além das disciplinas jurídicas.

Segue o link, clique aqui. [em promoção R$ 51,20]

= Confira as capas das obras citadas acima =

Perguntas comuns de concurseiros: respondidas!

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Recebo muitas perguntas de concurseiros e creio que dá para sintetizar as mais comuns nessas três e que podem parecer óbvias, mas que também podem gerar respostas discordantes. Pois bem, fique à vontade em discordar.

1) Sou bacharel em direito. É mais fácil passar em concurso de nível médio ou superior ?

Parece ser óbvia a resposta (nível médio), mas vamos às razões: a exigência e o grau de dificuldade é menor do que seria para um concurso para nível superior, tanto em profundidade do questionamento como número reduzido de disciplinas abordadas (basicamente: português, matemática, informática, legislação, constitucional, administrativo, atualidades, raciocínio lógico).

Por outro lado, se o bacharel em direito leva a vantagem nas disciplinas de legislação, constitucional e administrativo (e outras jurídicas, se tiver), perde em matemática e raciocínio lógico (e outras disciplinas exatas), visto que não estão presentes no currículo da faculdade e quem é recém formado no nível médio pode estar “quente” ainda quanto a estas matérias.

Também o fator concorrência. As vagas de nível médio são bem mais concorridas, por dois fatores: primeiro, porque há mais gente com nível médio do que nível superior; e, segundo, os concursos têm permitido que as provas de nível médio e superior não sejam simultâneas, deixando assim que o público do superior concorra no médio também.

Assim, se você tem “medo” do número de inscritos, certamente, concorrer a uma vaga de nível médio é mais difícil do que nível superior.

2) São mais difíceis/concorridos os concursos com muitas ou poucas vagas?

Atualmente, poucos concursos têm a “coragem” de colocar o número exato de vagas. Virou moda colocar assim: “número de vagas + CR” (cadastro de reserva). Certamente, se a instituição colocar que apenas há uma única vaga a ser disputada, muitos candidatos nem se inscreverão, pois têm certeza que “alguém” está mais bem preparado do que eles ou que a “vaga tem destino certo”.

Assim, reduz muito o número de inscritos. Portanto, a tendência é que menor o número de vagas, menor a concorrência. No entanto, a única regra possível de afirmar com convicção é que muitas vagas trazem grande procura, pois mesmo o número reduzido de vagas pode gerar uma superconcorrência ocasionada por concursos espaçados ou altos salários, por exemplo.

O concurso da CEF não garantia muitas vagas, mas teve mais de 1,5 milhões de inscritos, p.ex.

3) Concursos com a remuneração alta são muito ou pouco concorridos?

Geralmente, concursos com remuneração alta pertencem a carreiras jurídicas clássicas, como magistratura, MP, AGU, etc. Essas carreiras estão no topo da maioria dos sonhos dos acadêmicos de Direito, portanto, são nelas que irão mirar seus estudos.

Assim, a concorrência é significamente maior, tendo em vista que muitos concurseiros viajam país a fora para concorrer a essas vagas, além de muitas carreiras serem federais (vide AGU), tornando mais difícil a seleção.

Espero ter solucionado ou ao menos ter indicado aspectos para que você, concurseiro, pense a respeito do seu plano de estudos e decida o melhor ao seu alcance.

Enquanto isso, posso indicar algumas obras para ajudar na sua preparação. Uma coleção é a PASSE EM CONCURSOS PÚBLICOS – NÍVEL SUPERIOR, pensada em vencer os concursos mais difíceis na área jurídica. Os primeiros volumes já estão publicados e você pode conhecer melhor, clicando aqui.

Há uma série de QUESTÕES COMENTADAS dividida por carreiras jurídicas, também publicada pela Editora Saraiva, saiba mais, clicando aqui.

E também, uma série por carreiras jurídicas que traz uma revisão didática de disciplinas reunidas por dicas teóricas em MANUAIS DE DICAS, saiba mais, clicando aqui.

Por fim, essa obra abaixo, que reúne as principais disciplinas para NÍVEL MÉDIO, sucesso de vendas, já na sua 2ª reimpressão, lançamento 2014. Clique na imagem e saiba mais.

 

 

Lançamento! Teoria Unificada para Concursos Nível Médio

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Como se sabe, um dos grandes achados no mercado editorial é a coletânea de disciplinas numa única obra, o que se autodenominou como “teoria unificada”. Há muitas vantagens a considerar, além do preço, é claro, sem a necessidade de se investir numa coleção, por exemplo.

Entre outras vantagens estão a mobilidade (carregar apenas um único livro) e o fácil acesso às disciplinas, pois elas estão todas lá, visto que muitas vezes uma coleção custa a ficar completa já que os lançamentos – na sua maioria – não são simultâneos.

Outra vantagem que enxergo, já que o limite físico de uma única obra é diferente de diversas se fosse uma coleção, é na abordagem: o autor não poderá “perder tempo” ou se distrair com temas não relevantes ou se aprofundar quando não precisava, pois o seu limite de espaço é regulamentado pelo projeto.

Assim, certamente, não haverá perda de tempo para o leitor.

Nesse sentido e na falta de obras similares no mercado para o nicho de concursos NÍVEL MÉDIO, e que por incrível que pareça é a MAIORIA, montamos eu e a profª Licínia Rossi junto com a Editora Saraiva esse tesouro para o concurseiro:

Passe em Concursos Públicos NÍVEL MÉDIO – Principais Disciplinas

Nela vamos encontrar o que REALMENTE está na sua quase totalidade de concursos de nível médio, seja com disciplinas jurídicas, seja não jurídicas (português, informática, matemática e raciocínio lógico).

São 900 páginas de conteúdo com teoria, questões das principais bancas comentadas, tópicos “para gabaritar” para auxiliar na memorização dos temas mais exigidos em provas, indicação e reprodução do texto legal para facilitar quando necessário.

Há também diversos esquemas, quadros sistemáticos, indicações de tabelas de prazos, enfim, um prato cheio para os concurseiros com fome de aprovação! Ideal para concursos para todos concursos de técnicos de tribunais (TRT, TRF, TJ’s, TRE), carreiras policiais, assistentes, auxiliares administrativos, enfim, uma gama enorme de possibilidades.

O grupo de autores que reunimos também condiz com a qualidade do projeto, todos professores de RENOME nacional dos mais diversos cursos preparatórios consagrados, trazendo suas experiências de sala de aula para dentro da obra.

Enfim, é uma obra praticamente INÉDITA e que ajudará a levar o concurseiro ao cargo que almeja na administração pública. O lançamento é de 2014 e o preço de capa sugerido é R$ 129,00 (muito mais em conta que um curso preparatório!).

 

 

 

 

Pós-graduação em Advocacia Pública com ênfase em concursos públicos

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Caros amigos, estão abertas as inscrições da especialização em Advocacia Pública com ênfase em Concursos Públicos pela Faculdade Meridional de Porto Alegre – IMED/POA.

Conforme sua apresentação, a carreira da advocacia pública representa o maior número de oportunidades ao bacharel em Direito como atividade jurídica. Nas três esferas públicas há um contingente expressivo de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, bem como há tantas procuradorias municipais, estaduais e federais. O seu universo abrange um elenco considerável de disciplinas jurídicas e que, por isso, exige atualização constante sobre os temas.

Objetivo Específico

  • Atualização de conhecimento no campo da advocacia pública federal, estadual e municipal.
  • Capacitação e atualização de advogados, procuradores e demais profissionais que necessitam do Direito no seu todo como instrumento para o exercício de suas atividades.
  • Habilitação e preparação para a grande maioria das carreiras jurídicas, com ênfase à advocacia em autarquias, estatais e carreiras da AGU.
  • Incentivar a pesquisa jurídica e o desenvolvimento científico na área do Direito, em especial, no âmbito da advocacia pública nas suas três esferas.

 

Grade curricular

  • Direito Administrativo
  • Direito Ambiental e Internacional
  • Direito Constitucional
  • Direito Civil I: Parte Geral, Obrigações, Contratos e Responsabilidade Civil.
  • Direito Civil II: Coisas, Família e Sucessões
  • Processo Civil
  • Direito Penal
  • Processo Penal
  • Direito do Trabalho
  • Processo do Trabalho
  • Direito Previdenciário e Eleitoral
  • Direito Tributária
  • Direito Empresarial e do Consumidor
  • Direito Financeiro e Econômico
  • Instituições da Advocacia Pública
  • Metodologia de Pesquisa

Portanto, como vocês podem saber, é bastante amplo e serve como uma ótima atualização jurídica pelas principais disciplinas do Direito.

Maiores informações, clique na imagem!

 

O maior concurso público de todos os tempos!

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Parece que CEF andou divulgando que o número de inscritos para o seu concurso alcançou ao INCRÍVEL número de 1,8 milhões, mas o número oficial sai apenas em março, pois a confirmação do pagamento se dará até o final do mês de fevereiro.

A banca é CESPE e se alguém tinha dúvidas da sua capacidade de organização e formação de provas, será o MAIOR teste em todos os seus anos de instituição.

A remuneração para quem não sabe ainda, tendo em vista que o número de inscritos deve alcançar ao menos um conhecido ou parente distante de cada brasileiro, é de R$ 2.025,00, salário básico para o cargo de Técnico Bancário Novo, nível médio, da Carreira Administrativa. O que conhecemos, intimamente, como bancário.

Ainda comparando com o maior processo seletivo mundial, que vem da China, o vestibular “gaokao”, e que em 2009 reuniu 10,2 milhões de estudantes, o concurso público da CEF de 2014 é recorde na história de concursos em nosso país e se considerarmos como tal, só perde para o ENEM de 2013.

O nosso ENEM em 2013 reuniu 7,17 milhões de estudantes inscritos, sendo que 2 milhões não foram fazer a prova.

Pergunto, assim, se essa concorrência pode ou deve influenciar na preparação do candidato.

A relação de candidatos por vaga é um obstáculo para muitos, às vezes, fator preponderante ou único em não querer se inscrever no certame, como também, o número de vagas disponíveis. Cargos com até três vagas assustam muitos candidatos, visto que certamente a concorrência será muito forte.

Mas não vejo diferenças entre uma vaga ser disputada entre dois ou uma vaga ser disputada por 500 e explico: quanto menor o número de concorrentes, maior será a pressão em ser aprovado, pois imagina você perder num confronto com apenas outro candidato? O sabor da derrota é muito mais amargo.

Já perdi vaga de estágio e emprego para apenas outro candidato e não queiram saber da dor e da desilusão… Ao contrário, numa vaga disputadíssima no sentido da quantidade de gente surge a desculpa “mais convincente” em caso de derrota: concorrência alta.

Veja que quando há concorrência alta, como no caso desse concurso da CEF, parece mais uma aposta do que qualquer outra coisa, do tipo, “se der, deu”. É quase quem religiosamente aposta na MEGASENA. As probabilidades? Ínfimas, mas que seja 0,00000000000000000001, então é possível se tornar milionário do dia para noite.

Nesses casos de “aposta”, a mente vai solta para o dia da prova ou a própria preparação é feita de forma sincera, estuda dois dias, para o resto da semana. E parcela dos apostadores acaba sendo aprovada. Mas porque? Uma das possibilidades, tirando a inteligência ou bagagem escolar, é que se despreza o número de concorrentes, pois é tão alto que não vale a pena sofrer, e os estudos sobram como único foco na preparação.

Concurseiros experientes sabem do que estou falando e afirmam que a única concorrência que se deve preocupar é com você mesmo, pois o resto a gente não tem a mínima condição de avaliar. Outra leva de experientes concurseiros afirmam também que entre 70 a 90% dos inscritos para qualquer vaga não estão preparados o suficiente para competir com você, mas quem irá jurar de pés juntos que estou preparado mais do que eles?

Certo que nem metade dos 1,8 milhões pegarão uma apostila ou comprarão algum curso até a prova, mas quem garante que algumas dezenas terão acordado no dia com a maior sorte do mundo?

O negócio no mundo das seleções é contar com seu o próprio potencial, seus estudos e o tempo que você se dedicará, caso contrário, se a preocupação recair na concorrência, provavelmente, sua aprovação não chegará tão cedo.

ps. Quer saber mais sobre o gaokao, clique aqui, na matéria “o maior vestibular do mundo”. Recomendo a leitura para entender o condicionamento do estudante chinês e o status da sua aprovação.

252 vagas para graduados em Direito no RJ: banca FGV!

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Grande oportunidade para quem é do RJ ou gostaria de morar nesse Estado. A Defensoria Pública abriu 252 vagas de técnico superior jurídico, para graduados em Direito.

Vencimento básico inicial em 2014, R$ 3.589,52.

Basta apresentar diploma de curso superior completo de bacharel em Direito, reconhecido pelo Ministério da Educação.

A banca é FGV, ou seja, também vale estudar pelas questões do Exame da OAB.

A Prova Escrita Objetiva de múltipla escolha será realizada na cidade do Rio de Janeiro – RJ, para os cargos de Nível Superior, na data provável de 06 de abril de 2014, das 08 às 12 horas.

Confira o edital completo, clicando aqui.

Qual o material para estudar? Recomendamos duas obras, uma com questões de defensor público mesmo, pois quem quer algo, precisa estudar mais. E a outra traz conteúdo presente no edital da prova.

 

 

 

Críticas ao método PING-PONG de estudos para OAB e Concursos

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Não sei se você já reparou que os livros de concursos públicos e para OAB se repetem num quesito em especial: logo após cada explicação de conteúdo ou no final de capítulo há questões para serem treinadas e que, por lógico, tratam do que foi estudado.

Essas questões estão colocadas logo após a leitura justamente para que o leitor teste o conhecimento recém adquirido, para saber se entendeu ou não o que foi escrito pelo autor.

É PING (conteúdo) e PONG (questões para resolver).

São raros os textos que não seguem essa lógica. É comum também, em sala de aula, os professores passarem o conteúdo e logo após passar questões que dizem respeito o que foi ministrado.

Afinal, onde está o erro? O problema está que esse método não é suficiente ou 100% confiável como a grande maioria acredita, senão vejamos!

Se você acabou de ler ou de assistir ao conteúdo e sair resolvendo questões, qual será a tendência? A probabilidade é que você tenha maior êxito em acertar as questões, pois as lembranças estão quentinhas ou frescas. O problema está em que tudo poderá não passar de uma memória de curto prazo e que pode ser relevante apenas para aquele momento.

Aqui, muitos alunos erram, pois ficam satisfeitos com os resultados e deixam de repetir o conteúdo em novas questões posteriormente. Chega no dia da prova e desaparece a confiança do que foi aprendido, porque simplesmente esqueceu!

Outro problema é a restrição do conteúdo ao exercitar os temas através de questões. Explico: se eu abrir um livro de administrativo, estudar todo o capítulo de licitações e depois resolver as questões sobre esse tema, terei um resultado satisfatório como foi dito antes. Porém, pergunto: a sua prova será apenas questões de licitações? Claro que não! Imagine misturar no dia da prova todas dezenas de assuntos das mais diversas disciplinas?

Como superar, então, esse problema corriqueiro? Criar um ambiente de CAOS na sua cabeça ajudará a criar bolsões distintos de conteúdo e fixação no seu cérebro. Parece lógico, não?

Sabemos que na prática é difícil estudar licitações, direito de família, crimes contra o patrimônio e controle de constitucionalidade no mesmo dia. Se não é possível isso, porque não resolver além das questões de licitações, questões de todas as outras disciplinas que você já estudou, assim mesmo, tudo junto e embolado?

Só no exame da OAB são 17 disciplinas e todas elas estarão em 80 questões no dia da prova. Portanto, todo o aprendizado tem que ser diversificado e não intensivo para uma disciplina individualmente.

Temos sugerido aos nossos alunos colocar ao menos duas disciplinas por dia na rotina de preparação. Para resolver questões, o melhor é quanto mais disciplinas ao mesmo tempo.

O interessante é você abrir as disciplinas e subdividi-las em temas.

Coloque isso no papel. Ficará mais confortável você visualizar o conteúdo e eliminar os temas já estudos.

Por fim, há um interessante artigo do Dr. Drauzio Varela sobre a memória humana e fala do esquecimento também. Recomendo. Clique aqui.

Publicado edital para Delegado de SP!

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Foi publicado o edital para DELEGADO da Polícia Civil de SP. São 129 (cento e vinte e nove) cargos vagos de Delegado de Polícia, para o Estado de São Paulo. Portanto, uma ÓTIMA oportunidade para começar 2014 bem estabelecido nessa grande carreira jurídica.

O Delegado de Polícia tem o total de vencimentos a partir de R$ 7.516,02 (sete mil, quinhentos e dezesseis reais e dois centavos), correspondentes à soma dos valores do salário-base e da Gratificação pelo Regime Especial de Trabalho Policial – RETP.

A banca é a VUNESP.

Precisa ser portador de diploma de bacharel em Direito e a comprovação de, no mínimo, 2 (dois) anos de atividade jurídica ou 2 (dois) anos de efetivo exercício em cargo de natureza policial civil, anteriormente à publicação do presente edital.

Ou seja, não precisa ter OAB.

A inscrição deverá ser efetuada das 10 horas de 23 de dezembro de 2013 às 16 horas de 24 de janeiro de 2014 (horário de Brasília), exclusivamente pela internet.

A prova preambular (OBJETIVA) será aplicada na data prevista de 23 de fevereiro de 2014 com locais e horário a serem divulgados oportunamente.

Saiba mais, baixando o edital. Clique aqui.

Com que obras você irá se preparar? Segue a nossa dica:

 

 

Sobre a prova da OAB e a próxima em 2014

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Não é de ontem que a prova da OAB está virando um teste de resistência, principalmente, de nervos! Mais de 120 mil inscritos segundo as mais diversas fontes (porque a OAB não divulgou de forma oficial, difícil saber) enfrentaram uma maratona de leitura e interpretação nesse domingo, 15/12.

Questões demasiadamente longas marcaram presença. Eu já tinha alertado isso no exame anterior pelo número de páginas que se acresce ao caderno de questões a cada prova.

Como sempre, os examinandos escolhem uma disciplina VILÃ, dessa vez, foi CIVIL (todas questões com casos hipotéticos). Será que é um prelúdio do que sofrerão os alunos que escolheram essa disciplina na 2ª fase? Resposta que saberemos só lá no dia 9 de fevereiro.

Enquanto isso, fico pensando aqui se essa prova estava à altura dos títulos dos representantes da coordenação das disciplinas da lista divulgada pela OAB, em que a maioria tinha doutorado.

Pelo o que já observei à primeira vista, vou chover no molhado e chutar no óbvio: a prova estava muito difícil. O grau de dificuldade, sob a minha ótica, envolve também a complexidade dos enunciados, a especialização dos temas abordados e o tempo exigido por cada questão. E esses três aspectos estão em grande parte das questões, portanto, uma prova muito difícil. Veja como exemplo a questão 60 de Penal: 20 linhas de enunciado!

Uma prova bem feita, segundo as grandes bancas de concursos, é apresentar um equilíbrio de questões fáceis, médias e difíceis. Esse equilíbrio deve ser desproporcional no sentido de observar o alto grau de competitividade do concurso a ser apresentado. Assim, uma prova “bem feita” não pode exigir que os candidatos gabaritem ela para serem aprovados e classificados.

Em concursos que reúnem muitos inscritos, o ideal é eliminar a grande maioria ao nivelar pela média de 50% de acertos, caso contrário, será difícil selecionar caso haja muitos empates dentro do corte de aprovados.

Trocando em miúdos, concursos para magistratura, p.ex., a prova tem que ser difícil o suficiente para que não haja muita gente na 2ª fase. E a OAB quer aplicar o mesmo método no seu exame, o que não concordo, diga-se de passagem. Para mim, a seleção ideal estaria justamente na 2ª fase, onde o examinando exerce mais a “função” de advogado.

Talvez esse ideal esteja aparecendo no Exame de Ordem ao considerar a possibilidade de REPESCAGEM para 2ª fase. Pergunto: será que essa novidade pesou no grau de dificuldade na prova desse domingo?

Para quem não viu a prova, ela já está disponível, clique aqui (caderno 1). E o gabarito oficial, aqui.

Àqueles que passaram tem o alívio imediato do benefício da REPESCAGEM, pois a próxima 2ª fase deverá ser lá por maio ou junho, ou seja, tempo mais do que suficiente para passar na última chance sem precisar enfrentar novamente a 1ª fase.

Por outro lado, àqueles que alcançaram 38 ou 39 ainda tem o sonho das anulações. Ainda não fiz essa análise, mas já li por aí que ao menos 5 questões poderiam ser discutidas, o que não quer dizer que serão anuladas. Lembre que no exame anterior apenas 1 foi anulada e cerca de 10 estavam sendo cobradas por uma anulação.

Aos demais, pensar em 2014. Infelizmente, ainda não temos datas anunciadas pela OAB, mas podemos dar uma mão aqui de como poderá ser essa agenda ao menos para o próximo exame.

XIIIº Exame – edital: entre 20/3 a 25/3 - 1ª fase: 27/4 ou 4/5 - 2ª fase: 29/6 ou 6/7

Pior disso é que voltou a correr um boato que poderíamos ter apenas dois exames em 2014, mas voltarei a tocar nesse assunto em outra oportunidade, porque, sinceramente, a OAB não é louca o suficiente de fazer essa injustiça com os examinandos.

De qualquer sorte, para finalizar, acredito que o “padrão” desse domingo deverá dominar, a partir de agora, os próximos exames. Quer se preparar para 2014? Comece logo após as festas de final de ano, pois como está a prova, maior exigência numa preparação mais longa e certa.

[atualizado]

RS: candidato abandona prova da OAB e agora espera ‘ganhar na Mega’

Parece que está mais fácil ganhar na MEGA do que passar na OAB. Clique aqui.

 

Concurso aberto para o STF

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Não é concurso para Ministro do STF, diga-se de passagem, mas para TÉCNICOS e ANALISTAS. As inscrições são a partir do dia 18 de outubro de 2013 ao dia 4 de novembro.

A banca é CESPE e a remuneração é:

Analista Judiciário: R$ R$ 7.506,55
Técnico Judiciário: R$ 4.575,16.

O edital completo, clique aqui.

Tem vagas para ANALISTA JUDICIÁRIO para área jurídica. A data provável da prova objetiva é 15 de dezembro no turno da MANHÃ. Ou seja, dá para fazer a prova da OAB também, que é à tarde.

Com que livros estudar?

Um com questões comentadas e outro com doutrina reunida.

 

Concurseiro, você sabe fazer a pergunta certa?

Comentário (1)

Meus amigos concurseiros, os verdadeiros guerreiros e heróis desse país! Digo isso por todas as dificuldades que enfrentam, desde psicológica até financeira. E parece que a cada dia aumenta o número da legião de brasileiros em busca da vaga de ouro no serviço público!

E é justamente isso que pretendo abordar: a concorrência.

Em dias atuais, a megaconcorrência ou afasta o concurseiro de tentar uma vaga, a única ou únicas de determinado certame, ou se deixa levar pela crise existencial de ser “uma gota no oceano”.

Ora, amigos, vocês têm feito a pergunta correta?

Selecionei esse email, a qual vou omitir o nome, para ilustrar esse problema mundano na vida de concurseiro.

 

Professor, Prestei um concurso (Detran-RJ nível médio) com 98.573 inscritos disputando 106 vagas (na verdade 112 pois são 6 destinadas a deficientes). De toda essa gente, quantas mais ou menos você acha que realmente estavam preparadas (tinham estudado bem) para o concurso?

 

Vocês acreditam que a pergunta está correta? Em números, cerca de 880 por vaga era densidade. É muita gente concorrendo por uma vaga é verdade, mas já vi piores situações.

Há muitos especialistas (ou que pensam que são) que preferem responder essa pergunta. Os números variam entre 10 a 15% desse total. Ao que parece, concursos de nível médio fazem acreditar que há um número maior de despreparados ou focados no mesmo por diversas razões, entre elas, o valor baixo da inscrição e grande diversidade de opções para esse nível de escolaridade.

Prefiro não entrar nesse mérito, pois não vale a pena e não ajudará o nosso concurseiro. Onde quero chegar? Na verdadeira pergunta:

O quanto você está preparado?

Ficar preocupado com a concorrência é como fazer a prova dependendo do desempenho de terceiros, ou seja, você não está confiante. E se não está, a sua preparação não foi suficiente. Pensar na SORTE é uma coisa; torcer que os outros candidatos se ferrem é outra.

É aquele time de futebol que precisa apenas das suas próprias pernas para se classificar ou ser campeão, mas caso perca, precisará torcer por resultados paralelos, na maioria das vezes, complexos.

A matemática da preparação é simples: MAIOR número de acertos, MELHOR. Mas também não é proibido você analisar o último concurso e descobrir que o último classificado entrou com 70% de acertos. Esse parâmetro pode ser vantajoso ao se tornar MOTIVADOR.

Então deixe de se preocupar com a concorrência, pois todos nós já sabemos que nós mesmos somos nossos adversários mais fortes! Pois se for fraco nossos estudos, perderemos também para nós mesmos.

Concurso Público X Exame da OAB

Comentários (5)

Muita gente afirma que o Exame da OAB é como fosse um concurso público. Outros, que a prova da Ordem é mais difícil. Todas respeitadas opiniões. O que eu acredito? Que são coisas diferentes.

Toco nesse assunto depois de ler a notícia publicada no site G1 e que trouxe a manchete de que “nenhum dos 2.600 candidatos passa em concurso para juiz do TRT da BA”, clique aqui.

Destaco na matéria que “os candidatos pagaram R$ 217 para participar da seleção e poderiam ganhar vencimento base de R$ 14 mil caso passassem no certame, que teve cinco etapas. Após a primeira prova, em dezembro de 2012, sobraram 300 pessoas para a segunda etapa. Na terceira etapa, quando apenas 61 pessoas concorriam, a prova exigia a redação de uma sentença sobre prazos processuais e incorporação de gratificações. A nota mínima exigida era seis, mas nenhum candidato conseguiu mais do que cinco, segundo o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5)”.

Esses destaques representam o mínimo que podemos comparar entre ser Juiz ou ser aprovado na OAB:

  • Valores da inscrições similares (200,00 x 217,00),
  • Quem passa no exame não sai com o contracheque de 14 mil reais,
  • Na OAB são 2 etapas; concursos “graúdos”, no mínimo, são 3, no caso em tela são 5,
  • Grande reprovação na 1ª fase, tanto na OAB como na maioria dos concursos públicos,
  • A nota mínima da prova escrita na OAB e juiz (sentença) é 6.

Há mais distinções do que similitudes, mas o cerne da minha afirmação de que são coisas diferentes reside DE COMO SE ENCARAM as provas e, consequentemente, a situação do concurseiro e do examinando em relação a elas.

Todo mundo já sabe: “concurso é até passar”. Não sou eu quem disse isso e também não entendo como uma verdade absoluta, mas é o que se diz como forma de abastecer o otimismo do candidato frustrado com tantas horas de estudos e poucos resultados. A família está junto, fornecendo o que precisar até o seu ente concurseiro alcançar o resultado, mesmo que seja para um cargo público insignificante profissionalmente.

O concurseiro é refém das bancas, das provas complicadíssimas, dos editais quilométricos, de “cartas marcadas”, no exíguo número de vagas e da super concorrência. Ou seja, um quadro típico de vítima. Cursinho preparatório é, portanto, investimento. Abre-se os bolsos para gastar em livros e mais livros. Tudo em prol do ATÉ PASSAR. É quase como uma profissão, “concurseiro”.

E o examinando? O oabeiro??

Ora, se existe o CÉU, ou pelo menos o LIMBO, temos o INFERNO e nome dele é Exame de Ordem. Aqui o dogma é outro: “ainda não passou?”. Claro, porque na cabeça das pessoas, inclusive as mais instruídas, o Exame da OAB é um “provão” final depois da faculdade.

Se acabou de estudar 5 ou 6 anos na graduação, nada mais do que obrigação o sujeito passar na prova – e sem cursinho. Por outro lado, não há concorrência, número de vagas, “cartas marcadas” e são apenas duas fases, além da média ser 5 na 1ª fase, e 6 na 2ª fase.

Ou seja, são coisas diferentes e que resultam no GRANDE KARMA do formando em Direito. Esse modo de ver a prova detona o examinando, em especial, no seu psicológico e se a cabeça não vai bem, todo o resto paga a conta.

Reúna as pressões externas (familiares, competição entre colegas, do chefe do escritório, etc.) com as internas (a sede de ser aprovado e não passar por fracassado) e teremos um caldo venenoso difícil de se sair ileso sem sequelas.

 

Publicado edital para AGU!

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Está “na mão” o edital da AGU, clique aqui. Concurso público para formação de cadastro de reserva e provimento de cargos de Procurador Federal de 2ª Categoria.

A banca é CESPE, como todos os outros anteriores e os requisitos são: diploma, devidamente registrado, de bacharelem Direito, fornecido por instituição de ensino superior credenciada e reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), inscrição na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e comprovação de, no mínimo, dois anos de prática forense.

REMUNERAÇÃO: R$ 15.719,13.

JORNADA DE TRABALHO: 40 horas semanais.

Serão oferecidas 78 vagas, distribuídas nas unidades da Procuradoria-Geral Federal e ainda a formação de cadastro de reserva para preenchimento das vagas que surgirem ou vierem a ser criadas durante o prazo de validade do concurso, sendo reservadas 4 aos candidatos com deficiência, correspondentes a 5% do total de vagas.

A prova objetiva (P1) terá a duração de 5 horas e será aplicada na data provável de 2 de novembro de 2013, no turno da manhã.

Quais obras você estudará?

A revolução em questões de concursos!

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Como todos nós já sabemos, em especial, os concurseiros, existem diversos sites de questões de concursos públicos que podem ser resolvidas de forma online e com comentários de internautas e professores.

Um dos pioneiros foi o Questões de Concursos, creio que o maior atualmente em assinantes (gratuitos e pagos). Lá é possível criar uma conta grátis e resolver por dia 10 questões e ter os resultados (gabarito e comentários de internautas, quando têm).

No entanto, para resolver mais questões e conferir seus resultados é necessário investir R$ 12,90 por mês. Há uma distinção de planos e outros benefícios.

Porém, como todo concurseiro experiente que se preze, é preciso ESTAR À FRENTE da concorrência e novas ferramentas são importantes para destacar os estudos.

Com essa visão de agregar conteúdo e ferramentas, bem como o empreendedorismo, o pessoal do curso preparatório A Casa do Concurseiro, um dos maiores do país em EAD, está trazendo para o mercado A Casa das Questões.

De acordo com o vídeo demonstrativo acima, é possível DISTINGUIR os benefícios e diferenciais que estão trazendo com o que já estava no mercado, em especial, vídeos com comentários dos professores nas questões, cujo banco de dados buscará atender a concursos atuais e recentes com 1.000 questões novas por mês.

A inscrição gratuita já lhe dá direito a responder de forma ilimitada quantas questões quiser por dia. Só por esse fato, realmente, vale a pena a INSCRIÇÃO e comece a PRATICAR hoje mesmo seus conhecimentos.

E não esqueça que a CIÊNCIA comprovou que resolver questões é um dos dois métodos entre os mais populares com MAIOR RESULTADO. Duvida? Clique aqui!

 

 

Dicas de preparação para CONCURSEIROS

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Em duas oportunidades consecutivas, tive o prazer de colaborar com dois grandes meios de comunicação e que não têm o objetivo imediato de “viver” com informações exclusivas sobre concursos públicos, a rádio Jovem Pan e o portal MSN da Microsoft do Brasil.

Essa preocupação não é aparente, pois tanto seus ouvintes como leitores estão cada vez mais correndo atrás do sonho de se tornarem SERVIDORES PÚBLICOS.

E não tem mais um segmento específico na audiência, mas sim, dos 8 aos 80, qualquer classe social e grau de escolaridade, o pessoal quer ter a garantia do salário de todo mês e com os benefícios que trazem as carreiras públicas.

Por outro lado, a concorrência cada vez é bem mais preparada e instruída com informações geradas por experientes concurseiros, professores e autores de obras especializadas, conteúdo, muitas vezes, que se encontra de forma livre na internet.

É mais ou menos assim: todo mundo tem a faca e o queijo na mão, basta cortá-lo (de forma correta).

Digo que “de forma correta”, pois se escreve muita bobagem também, consequência da liberdade de expressão. Então como saber se aquilo servirá para você? Ou as dicas são tão maravilhosas do tipo “porque não fiz isso antes” ou elas são afirmadas e confirmadas por todos envolvidos.

Outras vezes, temos a “intromissão” de CIENTISTAS que comprovam que esse ou aquele método de estudo tem o melhor rendimento, como aconteceu isso recentemente e deles, os dois melhores, são resolver questões e se preparar com antecedência, em outras palavras, “prática distribuída”.

Então a partir dessas constatações, atendemos nessas matérias que divulgo aqui para você, CONCURSEIRO, buscar sua aprovação nos próximos certames.

Seguem os links, basta clicar:

VI Concurso Público para Defensor Público em SP

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Caros amigos concurseiros, grande oportunidade em São Paulo para Defensoria Pública, cujo edital foi publicado no último dia 13 de julho.

São 90 vagas, além daquelas que se abrirem no decorrer do Concurso ou que forem criadas dentro de seu prazo de validade, além da formação de cadastro de reserva.

A banca organizadora é a FCC.

A remuneração é em torno de R$ 12.000,00.

As inscrições ao Concurso serão realizadas exclusivamente via Internet, no período de 10h do dia 25/07/2013 às 14h do dia 23/08/2013 (horário de Brasília).

Saiba mais do edital, clicando aqui.

Acesse o site da FCC, clicando aqui.

Com que obras você irá se preparar?

 

O maior livro de concursos, por dentro!

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O título 11.000 Questões Comentadas Passe em Concursos publicado pela Editora Saraiva é o MAIOR livro para concursos do País, literalmente. Vamos aos números:

  • Quase 2.400 páginas.
  • 11.000 questões comentadas.
  • mais de 250 provas consultadas.
  • mais de 30 disciplinas.
  • mais de 70 bancas e instituições organizadoras.

Levou mais de 10 meses para ser preparado e produzido, envolvendo mais de 20 autores, incluindo, desistentes durante o caminho, e uma equipe editorial que se debruçou de forma intensa para finalizar essa obra.

Grande dificuldade foi reunir tantas questões, partindo de provas realizadas a partir de 2010, pois juntar questões antigas teria sido bem mais fácil. Fechamos mais de 70% de provas de 2010, 2011, 2012 e 2013.

Para quem conhece só pela internet a capa da obra, diga-se uma das mais bonitas entre os títulos jurídicos, me pergunta como é por dentro, daí chegamos a esse post. Por fora, também não tem como ver pela internet, a capa é dura, o que garante maior qualidade e durabilidade no manuseio.

Por dentro, apresento algumas páginas, incluindo um índice especial que fizemos traçando temas por bancas para facilitar a consulta. Ademais, é a única obra do gênero numerada sequencialmente, ou seja, você eliminará a dúvida se a mesma tem ou não aquele número na capa, diferente da concorrência.

Outra GIGANTESCA vantagem para quem ficará horas e horas em cima do livro, trata da diagramação e formatação das questões. Percebam que a fonte utilizada para os enunciados das questões e os comentários são distintas para facilitar a visualização. Uma das grandes reclamações que se ouve quanto aos livros da concorrência é o cansaço e o embaralho na leitura, o que evitamos desde o início.

Outro destaque são as marcações laterais nas páginas para identificar a disciplina e a banca, como usualmente se tem em vade mecum.

Essa é uma pequena amostra para matar a curiosidade. ÓTIMA LEITURA!

TRT 8ª Região: Edital publicado!

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Publicado o edital para ANALISTAS e TÉCNICOS para o TRT da 8ª Região. Os valores vão desde R$ 5.345,03 (técnico) até R$ 8.276,42 (analistas).

A banca é CESPE, cujas inscrições serão realizadas no período entre 10 horas do dia 12 de julho de 2013 e 23 horas e 59 minutos do dia 31 de julho de 2013, observado o horário oficial de Brasília/DF.

Lembrando que as questões das provas objetivas serão do tipo múltipla escolha, com cinco opções (A, B, C, D e E).

Clique aqui.

A prova objetiva e as provas discursivas para os cargos de nível superior terão a duração de 4 horas e serão aplicadas na data provável de 15 de setembro de 2013, no turno da manhã.

A prova objetiva e a prova discursiva para os cargos de nível médio terão a duração de 4 horas e serão aplicadas na data provável de 15 de setembro de 2013, no turno da tarde.

Qual a obra que você estudará?

Projeto de estudo para concursos públicos

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O meu amigo e professor Alessandro Sanchez teve publicado um artigo bastante interessante com o título acima no respeitoso e especialista jornal JC Concursos.

Seguem 10 dicas para montar um projeto de estudo:

1) Avalie suas prioridades. É este o momento de analisar qual a carreira escolhida, lembrando que dentre as carreiras jurídicas, algumas delas exigem a aprovação no Exame de Ordem, o que não pode ser um impeditivo em sua vida, caso o resultado desta avaliação aponte para este sentido. Em nosso país as palavras de Ayrton Senna tem muito valor e não é para menos, eis um exemplo de prioridade em suas palavras: “Se você quer ser bem sucedido, precisa ter dedicação total, buscar seu último limite e dar o melhor de si.

2) Enfrente as pressões. A pressão para a aprovação é grande, sabemos disso. Tal pressão às vezes vem dos pais ou dos amigos. A maioria dessas pessoas tem boa intenção, mas geralmente não conseguem ajudar muito a resolvê-lo e alguns até parecem fazer para aumentar essas dificuldades. Reconheça e respeite os sentimentos deles, sem sacrificar seu direito de viver de acordo com seus próprios padrões. Ainda que não resolva o problema, uma boa conversa antes de iniciar os estudos pode minimizar bastante os conflitos e ajudar em mais essa empreitada. Mantenha o espírito tranquilo e enfrente a pressão. Os obstáculos existirão, mas pensem nas palavras de Henry Ford “Obstáculos são aquelas coisas assustadoras que você vê quando desvia seus olhos de sua meta“.

3) Tempo de estudo. Vá com calma, embora também saibamos que não se trata de um objetivo fácil, de maneira que gradativamente, possa aumentar o tempo de estudo, assim o cérebro assimila melhor a matéria, a não ser que já esteja acostumado a estudar um grande número de horas diariamente. Comece com uma meta alcançável e aos poucos aumente o tempo de estudo diário, organizando as matérias do edital, separando o material e deixando tudo organizado esperando o tempo que reservou para o estudo. A disciplina significará o momento em que você conquistará a si próprio, isso vai te dar ânimo pelo fato de respeitar as suas vontades, os seus sonhos e respeito o seu padrão de estudo como bem orienta Blaise Pascal: “Quando lemos demasiado depressa ou demasiado devagar, não entendemos nada.”

4) Tempo de recreação. Após determinado tempo de estudo semanal, a produtividade certamente cairá, e isso é muito justo. Reserve em sua programação um tempo para exercícios físicos, seja uma caminhada, uma partida de futebol, musculação, isso vai trazer um melhor trabalho intelectual, e posso garantir, em curto prazo de tempo. Sócrates adverte: “Não está ocioso apenas aquele que não faz nada, mas também aquele que poderia fazer algo melhor.”

5) Motivação. Se estiver nesse projeto é porque sabe o que quer, sendo que jamais deve dizer frases como não gosto de estudar; as coisas não dão certo pra mim; as chances são poucas. Colabore. Se tiver um propósito definido, perceberá que os hábitos e habilidades necessárias a um estudo eficiente não demoram a aparecer. Entenda como fator motivador a ideia de que aprender é ótimo e isso enriquecerá a sua vida e quanto mais se lê e aprende, mais fácil se torna ler e aprender. Lembrem-se: “Somos feitos da mesma matéria de nossos sonhos” como Shakespeare.

6) Fazendo um horário de estudo. Você é a única pessoa capaz de montar seu horário e grade de estudo. Cuide de destinar mais tempo às matérias que considera difíceis; diversifique as matérias de estudo; se assistiu uma aula, estude o mais próximo possível de seu término. Sempre reveja o seu horário. “Ouse conquistar a si mesmo” Nietzsche.

7) Persistência. Defina o tempo de estudo e se tiver problemas com concentração, comece por tornar curtos estes períodos, programando descanso em intervalos previstos e quando estiver estudando, não faça nada que não seja estudar, sendo muito válido escolher um bom lugar, buscando sentar-se reto em uma mesa ou escrivaninha e jamais deitado ou sentado na cama, em lugar bem iluminado, certificando-se finalmente de que todo material está a seu alcance. “A vitória cabe ao que mais persevera.”- Napoleão Bonaparte.

8 ) Identificando e corrigindo suas fraquezas. Lembre-se de coisas que o impeça de estudar com eficiência e as enumere. Após enumerá-las, trate de mudar determinados hábitos relacionados a essas fraquezas sempre que estudar e então perceberá, pouco a pouco, que é capaz de obter sucesso por seus próprios hábitos. Ainda que algum medo paire sobre ti vale lembrar as palavras de Rocky Balboa: “Quando temos medo de nosso adversário, nos esforçamos muito mais“.

9) Aprendendo com as provas. Faça simulados de provas anteriores, verificando o resultado com a finalidade de corrigir seus métodos de preparar-se para os exames. “O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas.” – José Saramago

10) Como obter ajuda. Aproveite a era da comunicação eficaz e peça ajuda para vídeos, pesquisas e dicas na internet, bibliotecas e se for o caso, matricule-se em um curso onde possa ser ajudado a se disciplinar nesses estudos. Finalmente gosto de pensar em Deus e não estou falando de religião, aliás citarei aqui um grande vencedor que fazia do mesmo modo, como segue: “Deus é Grande, Deus é forte, quando ele quer não tem quem não queira”. Ayrton Senna

 

Comissão do Senado aprova lei dos concursos

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De acordo com matéria publicada pela Folha de São Paulo, a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou nesta quinta-feira, 27, o projeto de lei que cria regras para os concursos públicos realizados pelo governo federal.

Entre as novidades, segundo a reportagem, “o texto prevê o fim do chamado cadastro reserva. Nesse tipo de concurso, não há um número específico de vagas, e as convocações ocorrem de acordo com as necessidades do órgão. O projeto também estabelece que a organizadora da prova seja contratada obrigatoriamente por meio de licitação“.

“Agora, a matéria segue para votação na Câmara, caso não exista recurso para votação no plenário do Senado. Se aprovado nessa segunda etapa, segue para sanção da presidente Dilma Rousseff”.

Segue que “o texto também veta a realização de concursos com oferta simbólica e irrisória de vagas – quando o número de vagas for inferior a 5% do total de postos do cargo. O projeto também prevê mais tempo de preparação e inscrição – se virar lei, obrigará que o edital com as informações sobre os conteúdos que serão exigidos na prova seja publicado com antecedência mínima de 90 dias da data do exame.”

Será que deve ser aplicado também esse prazo para o Exame da OAB? Entendo que sim, pois trata, em essência, de um concurso público.

“Também foi fixado um valor máximo para a taxa de inscrição, que não poderá ultrapassar 3% da remuneração inicial do cargo. Se houver cancelamento, anulação ou cancelamento do concurso, o candidato terá direito a devolução do valor pago na inscrição. O projeto também prevê a responsabilização administrativa, civil e criminal da instituição organizadora em caso de quebra de sigilo das provas ou venda de gabaritos. O texto também assegura o acesso ao Poder Judiciário para impugnar totalmente ou em parte o edital do concurso.

O texto ainda estabelece que as provas objetivas e discursivas deverão ter caráter eliminatório e classificatório, e as orais, apenas classificatório. Por fim, o projeto prevê a possibilidade de oferecer horário alternativo para realização de concurso para os  candidatos que não puderem realizá-lo por motivos religiosos.”

[fonte: Folha de SP]

É uma grande VITÓRIA aos concurseiros que até então ficava nas mãos das bancas e das instituições. Um concurseiro investe muito dinheiro até o seu sonho ser realizado, portanto, como um consumidor precisava de uma lei que lhe desse DIREITOS e tranquilidade durante sua preparação.

Esperamos que seja votada imediatamente e sem novos adendos, em especial, num ano cheio de oportunidades. E apesar de contemplar apenas concursos federais, deverá permear também os concursos estaduais e municipais, esses últimos, o que mais prejudicam os candidatos.

 

A MAIOR obra para Concursos Públicos do País

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Caros amigos, informo que está em pré-venda o MAIOR livro para concursos públicos do País: 11.000 QUESTÕES COMENTADAS – Col. Passe em Concursos Públicos.

E os números NÃO MENTEM:

  • Mais de 2.280 páginas, a obra mais volumosa publicada pela maior editora jurídica, a Saraiva.
  • 11.000 questões comentadas.
  • 30 disciplinas.
  • Mais de 250 provas comentadas.
  • 70 bancas e instituições
  • 70% das provas a partir de 2010

Há diversas características únicas encontradas nessa obra:

  • ÚNICA com questões numeradas, GARANTIA da verdade!
  • ÚNICA com questões classificadas por bancas, pelas principais, CESPE e FCC e um capítulo com todas as outras.
  • ÚNICA com questões da OAB por disciplina.
  • ÚNICA com CAPA DURA, para garantir maior durabilidade.
  • ÚNICA em formato 4×1, então você não precisa comprar um livro de questões só CESPE, FCC ou etc., pois ele já traz essa divisão.
  • ÚNICA que traz índices geral e multidisciplinar por banca.
  • ÚNICA que traz um quadro com as características de todas as provas utilizadas.

Sinceramente, é a capa mais BONITA de uma obra jurídica já produzida! E por dentro vocês encontrarão uma diagramação caprichosa, organizada, em que foi utilizado dois tipos de fontes para mostrar o enunciado da questão e os comentários.

O preço de capa é R$ 269,00, mas você encontrará em promocional em PRÉ-VENDA na Livraria Marca Fácil por R$ 216,23, clique aqui.

TRT de Goiás: edital publicado para Analistas e Técnicos

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Caros amigos concurseiros, o edital do TRT de Goiás (18ª Região) foi publicado e a banca é FCC! Clique aqui.

 

Remuneração:

Ensino Superior Completo
– Analista Judiciário:
Área Judiciária – Especialidade Oficial de Justiça Avaliador Federal: R$ 8.140,08
Demais Áreas/Especialidades: R$ 7.566,42 

Ensino Médio Completo
– Técnico Judiciário:
Área Administrativa – Especialidade Segurança: R$ 5.623,48
Demais Áreas/Especialidades: R$ 4.635,03

Período: 

– Período de requerimento de isenção do pagamento do valor de inscrição: 10h do dia 10/06/2013 às 14h do dia 12/06/2013 (horário de Brasília).

– Período de Inscrição: 10 horas do dia 18/06/2013 às 14 horas do dia 18/07/2013 (horário de Brasília) – data limite para pagamento.

Qual obra você irá se preparar?

Concurso para Analista de Promotoria em SP!

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Excelente oportunidade para BACHARÉIS EM DIREITO no Estado de São Paulo. O Ministério Público de SP foi autorizado a realizar concurso público para 94 vagas em cargos de nível médio e superior.

As informações são do portal G1.

São 29 vagas de analista de promotoria II (agente de promotoria) – 22 são destinadas às áreas regionais do litoral e interior e 7 são para órgãos e unidades administrativas da capital e Grande São Paulo.  O cargo exige nível médio.

Outras 65 vagas são para analista de promotoria I (assistente jurídico), 32 destinadas às áreas regionais do litoral e do interior e 33 para órgãos e unidades administrativas da capital e Grande São Paulo. O cargo exige nível superior em direito e o salário é de cerca de R$ 4 mil. O último concurso para o cargo foi realizado em 2010 e foi organizado pela Fundação Vunesp.

Com que obra você irá estudar?

Se você quiser além de ser aprovado, também classificado entre os primeiros, fica a dica: estude SEMPRE para um cargo a MAIS para enfrentar uma prova DE MENOS.

 

Nosso grupo oficial no Facebook

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Caros amigos, estamos promovendo o nosso GRUPO OFICIAL no Facebook, o Passe na OAB e Concursos Públicos.

Lá vocês encontrarão maior agilidade e atualização em relação ao Exame de Ordem e Concursos Públicos, além disso, diversos professores e parceiros estarão à disposição para ajudá-los. Sorteios de livros e cursos também serão presentes.

Esperamos vocês por lá!

Agenda OAB

XXIII Exame de Ordem Unificado

  • 23.07.2017

    Prova objetiva 1ª fase

  • 07.08.2017

    Resultado preliminar

  • 08.08.2017
    a
    11.08.2017

    Prazo recursal 1ª fase

  • 22.08.2017

    Gabarito definitivo

  • 17.09.2017

    Prova dissertativa 2ª fase

  • 10.10.2017

    Resultado preliminar

  • 11.10.2017
    a
    14.10.2017

    Prazo recursal 2ª fase

  • 24.10.2017

    Resultado definitivo