Considerações sobre o XXVI Exame da OAB

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Nos últimos tempos, há duas provas que só de lembrar traz mal-estar para milhares de examinandos: os XXI Exame e XXIII Exame. Lembram do “exame do capeta”?[clique aqui]. Realmente, foram provas de dificuldade “hard” ou como gosto de referir, “provas impossíveis”.
O tempo veio e as impossibilidades ficaram para trás, gerando maior fé que sim, era vencível o Exame da OAB. As duas últimas trouxeram índices otimistas de aprovação e a dúvida que se aproximava era: como será o XXVI Exame, aplicado neste domingo?
Pois bem, três constatações: foi difícil, muito cansativa e tivemos surpresas. Ou seja, nenhuma novidade para quem respira Exame de Ordem desde 2005. A prova da OAB é difícil, não há dúvidas sobre isso. Às vezes é mais, outras, menos, e em raras oportunidades, impossível. Jamais alguém vai afirmar que estava “fácil” ou “mediana”, sempre: difícil. O XXVI Exame não é diferente.
A notícia boa: não foi impossível. Cansativa, pois as questões trazem enunciados redacionais, que exigem preparo para interpretar, visto que trazem situações hipotéticas onde escondem o interesse principal da banca FGV. E não deixa de ser, o Exame da OAB sempre traz surpresas, como deixar de cobrar determinados assuntos que eram praxe, como incluir matérias que pareciam excluídas de um conteúdo programático que não existe.
Talvez a maior surpresa tenha sido a repetição de uma questão de filosofia aplicada no XIII Exame da OAB. A questão que trata de Ronald Dworkin. Em 2012, a OAB conseguiu o feito de repetir 3 questões de Tributário de provas anteriores.  Naquele momento, descobrimos para todo o Brasil e o resto foi consequência [clique aqui e aqui] Resultado? TODAS foram anuladas. Não tenho dúvidas que esta questão será ANULADA. Portanto, quem errou ela, meus PARABÉNS! Quem acertou, mantém o mesmo número de acertos.
Assim, se querem uma opinião conclusiva sobre a prova do XXVI Exame? A prova foi aquela que sempre usamos como modelo para alertar aos alunos que a aprovação não é mais possível ser alcançada sem um cronograma vencedor, material especializado e atualizado, sem simulados ou resolução de questões, de uma preparação persistente e antecipada, bem como a falta de atenção à uma mente emocional blindada de pressões, ansiedade e negatividades em geral. Essa é a prova que tanto falamos.
O nosso termômetro a respeito das aprovações, baseado nas redes sociais, parece bastante normal: alguns #chupaFGV ali, outros #paçei acolá, também #gameoverFGV e era isso. Ou seja, os índices ficarão dentro da média histórica: 20 a 25% de aprovação, dependendo do número de anulações.
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