O irresistível mundo dos blogs

Compartilhe:

Depois de muita pensar – e até pensar o impensável – descobri que tinha que ter um “blog”. Não sei bem se a palavra tinha seria a mais correta, pois até aqui, na véspera de fazer 35 invernos, porque quem nasce em julho no RS faz “invernos” – e não “primaveras” – sempre usei a internet para o BEM (leia-se “meu bem”). Foram tantos sites que criei, movimentei, administrei, me mandei, ganhei ($$), que um blog não faria sentido algum. Diga-se: um simples blog.

Sou do tempo do geocities, o 1º blog (quando não existia este termo) que se popularizou entre os poucos internautas – comparado atualmente, pois a internet tem mais ibope que a novela – cujo o endereço de acesso parecia o endereço de uma avenida de uma grande metrópole (inclusive a idéia era essa!).

Quem escreve um blog está procurando uma vitrine para expor alguma coisa. Necessariamente. Mente quem diz… “ah, fiz um blog para mim mesmo”… por favor, vamos ser sinceros! Isto aqui é a democratização do “eu” interior para o exterior. Ou alguém na década de 80 saia distribuindo cópias do seu diário, aliás, peça de museu. E eu tive diário desde 1989 até eu crescer finalmente…

Como nesta vida – e na internet – (quase) tudo é rápido, superficial e ligeiro, as pessoas não têm mais tempo, encerro este primeiro texto por aqui… Sim, e a minha grande questão de fazer mais este blog neste universo de informações à distância de um click de mouse? Vou descobrir nos próximos dias… pelo menos o inevitável: cinema, dvd, música, direito e qualquer outra (des) informação (mais uma para a poluição virtual) que eu tiver a livre consciência para escrever.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *